Web Summit 2019 segundo a ContaÁgil: o que esperar para o mercado de fintechs?

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É extremamente fascinante estar em um ambiente de inovação, ainda mais para quem respira tecnologia diariamente. Foi com este espírito que desembarcamos no início do mês em Lisboa para acompanhar de perto o maior evento de tecnologia do mundo: o Web Summit.

  1. Fintechs e a segurança da informação

Não preciso falar que nos surpreendemos. Em todos os paineis, o futuro tech foi abordado com a visão que merece, principalmente quando se fala de segurança e informação. Ora, as fintechs do futuro são basicamente esta soma. Acrescente aqui uma excelente experiência no atendimento e temos o mapa de fidelização do cliente.

No palco, novos nomes mundiais defenderam o limite de concentração da informação por um mundo mais justo e seguro. Nomes como Kumi Naidoo (África do Sul) e Mada Seghete (Romênia) foram diretos: impor limites para as empresas tiram a oportunidade das mesmas abusarem do poder. 

Rubens Oleinski, da ContaÁgil, no Web Summit

Outro hit das palestras girou em torno dos meios de pagamentos digitais. Todas as grandes empresas querem que nosso dinheiro passe por elas, desde Facebook até o chinês Alipay. O serviço não é novidade, mas a acelerada evolução sim. A ContaÁgil é produto deste avanço – quem diria que você poderia abrir uma micro empresa com contabilidade digital tão cedo?

  1. Velocidade da inovação x planejamento

É praticamente impossível acompanhar o ritmo da inovação. Em nome de grandes lucros e consideráveis fatias do mercado, sair na frente da concorrência torna-se quase uma obsessão.

Entretanto, os cases apresentados no palco colocam um ponto de interrogação sobre esta corrida do ouro. Empresas mais jovens apresentaram uma postura mais focada no fortalecimento do negócio a longo prazo, mirando um caminho mais confortável e com lucratividade perene. A permanência no mercado e o constante movimento de melhoria podem gerar frutos mais benéficos para a empresa do que um boom de expansão. 

Saímos de lá com o dever cumprido. Dias recheados de inspiração, mas com um tema de casa a ser exercitado diariamente na ContaÁgil. A tecnologia com certeza nos levará muito longe, mas só nosso planejamento pode direcioná-la para o caminho certo.

Até a próxima.

Veja 3 dicas práticas para a redução de custos nas empresas!

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A redução de custos nas empresas se tornou algo essencial no mercado atual. Afinal, é comum acompanharmos notícias de pequenas, médias e grandes empresas que “quebraram” porque não souberam utilizar seus recursos financeiros de forma assertiva.

Porém, a exigência por serviços mais qualificados também é algo em voga. Por isso, encontrar alternativas inteligentes para manter a máquina funcionando em excelência sem onerar o caixa da empresa é, hoje, um dos grandes objetivos de todo empreendedor.

Para ajudar nessa empreitada, apresentaremos, neste artigo, 3 dicas para redução de custos nas empresas. Continue lendo e confira como melhorar a saúde financeira do seu negócio sem comprometer a qualidade dos serviços prestados. Boa leitura!

1. Invista em soluções virtuais

Em plena era digital, utilizar recursos tecnológicos é essencial para as empresas que desejam diminuir os seus gastos ao mesmo tempo em que qualificam seus serviços. As chamadas “soluções virtuais” mostram como a tecnologia pode fazer a diferença dentro de um negócio.

Por exemplo, com uma plataforma de contabilidade online, você consegue resolver assuntos variados de qualquer lugar e a qualquer momento, necessitando apenas de um equipamento (computador, tablet etc.) e de acesso à internet.

Essa estrutura online faz com que o custo/benefício para qualquer empresário seja bastante atraente. Além disso, por ser um modelo online, há muita facilidade e rapidez no atendimento dos usuários.

2. Renegocie contratos vigentes

Outra ótima maneira de praticar redução de custos nas empresas com inteligência é analisando e renegociando contratos. Primeiro, é essencial estudar o histórico de gastos por setor ou atividade da organização. Assim, você consegue identificar algumas situações que não estão sendo vantajosas para o negócio.

Ao avaliar o gasto com cada contrato, você tem uma visão mais clara sobre os produtos e serviços que de fato usufrui, e se a continuidade de alguns é realmente necessária — muitos itens podem estar sendo subutilizados, mas causando um impacto negativo no caixa da empresa.

Nesse sentido, você deve rever as condições dos contratos considerando os seguintes pontos:

  • parcelas negociadas;
  • valores praticados;
  • taxas de juros.

Além disso, não hesite em renegociar acordos com fornecedores. Embora o serviço seja bem executado, as condições estabelecidas podem não ser as mais favoráveis no momento — por isso, é importante fechar parcerias com fornecedores que apresentem flexibilidade de negociação.

3. Aposte em serviços compartilhados

Hoje, não é mais preciso manter uma superestrutura para oferecer um serviço diferenciado. Graças à internet e ao acesso fácil à informação, é possível pesquisar e entender o perfil do cliente de cada empresa.

Ou seja, o planejamento pode ser feito com o objetivo de suprir as necessidades do cliente, sem desperdícios ou investimentos estratosféricos. O coworking, por exemplo, é uma ótima maneira de criar uma estrutura sem muitos gastos.

O coworking, basicamente, trata-se do compartilhamento de escritório, no qual cada empresa utiliza um espaço suficiente para desenvolver suas atividades. Além disso, existem várias outras opções de negócios colaborativos, que vão desde serviços de café da manhã coletivo até viagens corporativas para uma comitiva inteira.

Enfim, essas foram nossas dicas essenciais para quem deseja ser bem-sucedido na redução de custos nas empresas. Com a alta concorrência no mercado, a contenção de gastos passa a ser um diferencial, pois permite que a instituição desenvolva um bom trabalho de forma segura e inteligente, sem pôr em risco a continuidade do negócio. Assim, analise as informações apresentadas e melhore agora o rendimento da sua empresa!

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