Contabilidade Online significa fazer a contabilidade de empresas, utilizando como base a tecnologia para automatizar serviços contábeis, através da internet.

Fique pode dentro das principais mudanças no Simples Nacional!

As mudanças no Simples Nacional atingem o regime tributário que, lançado em 2007, visa facilitar a rotina de empreendedores e proprietários de pequenos negócios, contemplando organizações com receita bruta de até R$ 4,8 milhões mensais.

Neste ano, o regime sofreu uma importante reformulação que, entre outros elementos, elevou o faturamento permitido. Pensando nisso, apresentamos ao longo deste post quais foram as principais alterações no Simples Nacional. Boa leitura!

Enquadramento das empresas

Com a entrada de novas atividades no regime do Simples Nacional, elevou-se os tipos de organizações que podem se enquadrar e, assim, usufruir de suas vantagens e benefícios.

Bons exemplos podem ser encontrados tanto na inserção de produtores rurais, que podem ser inscritos como Microempreendedores Individuais, (MEI) quanto na de pequenos e microprodutores de bebidas com graduação alcoólica, isto é, destilarias, cervejarias, vinícolas etc.

Tais estabelecimentos, contudo, devem estar registrados junto ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.

Fator “R”

As recentes transformações deixaram muitas pessoas em dúvida, principalmente em relação à criação no Fator “R”. Seu cálculo deve servir para que o empresário descubra em qual anexo a sua empresa se enquadra: III ou V.

Para tanto, é preciso realizar uma conta bem básica: você deve dividir o valor de sua folha de pagamento (FGTS, salários, pró-labore etc.) do último ano pelo faturamento alcançado nos 12 meses.

Caso o resultado seja igual ou maior que 28%, isso significa que a sua empresa será enquadrada no Anexo III. Se for inferior a 28%, ela pertencerá ao Anexo V. É altamente recomendável efetuar esse cálculo a cada mês, pois os valores das alíquotas podem variar sensivelmente, o que pode gerar vantagens para a sua organização.

Se, por exemplo, o faturamento do seu negócio é de até R$ 180 mil mensais, a sua alíquota poderá variar de 15,5% a 6% entre um mês e outro. Lembre-se de que não existem motivos razoáveis para que você gaste mais do que é preciso, ok?

Limite de faturamento

O limite de faturamento da empresa que deseja se enquadrar no regime do Simples Nacional foi alterado. O teto bruto (que era de R$ 3,6 milhões) foi, conforme mencionado, atualizado para R$ 4,8 milhões para as pequenas empresas.

O limite para as microempresas é, agora, de R$ 480 mil (o anterior estava fixado em R$ 360 mil). Cumpre ressaltar que o MEI também teve seu limite anual elevado para R$ 81 mil, uma vez que o anterior era de apenas R$ 60 mil ao ano.

Devido a essas alterações, uma quantidade maior de empreendedores e empresas podem aderir ao regime do Simples Nacional, à medida que é possível englobar todos os que faturavam valores superiores aos antigos tetos.

Para tanto, é de suma importância analisar como proceder, a fim de evitar problemas na regularização das atividades de negócios. O ideal é verificar as novas alíquotas para determinar se vale a pena, em cada caso específico, efetivar a migração para o Simples Nacional.

Alíquotas e anexos

As mudanças nas alíquotas de imposto também representam mudanças impactantes, tais como:

  • a alíquota inicial segue inalterada nos anexos I, II, III e IV (respectivamente, comércio, indústria e serviços);
  • passa a existir progressividade quando o faturamento acumulado nos últimos doze meses for superior a R$ 180 mil.

Anexo V

O anexo V, porém, foi totalmente reformulado. Entre suas principais mudanças, destacam-se:

  • a extinção do anexo VI (suas atividades agora são reunidas pelo anexo V);
  • quase tudo que pertencia ao anexo V foi transferido para o III;

atividades como bancos de leite, clínicas de nutrição, arquitetura, fonoaudiologia, podologia medicina, acupuntura, terapia ocupacional, psicologia e medicina são as exceções, uma vez que passaram do anexo VI para o III.

Essas alterações objetivam tornar as cobranças mais justas, equilibrando as alíquotas com os faturamentos acumulados.

Lembre-se de que conhecer as regras e se adequar às mudanças no Simples Nacional é fundamental para uma vasta gama de objetivos estratégicos, como qualificar o processo de tomada de decisões, diminuir a carga tributária e se planejar adequadamente para o pagamento de impostos e contribuições.

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Apuração de impostos: 3 erros que você não deve cometer!

A apuração de impostos é uma tarefa absolutamente necessária para organizações de todos os portes e segmentos. Afinal, trata-se de elemento crucial do processo de correta observação das incumbências tributárias, contábeis e fiscais que garantem a regularidade da empresa segundo as leis nacionais.

corporações que realizam essa operação internamente, enquanto outras recorrem ao auxílio de um serviço especializado e recursos tecnológicos que colaboram para organizar suas informações.

A despeito de ser um dos serviços mais importantes para as companhias, muitas falhas são cometidas na apuração de impostos. Pensando nisso, abordamos, ao longo deste artigo, alguns dos principais erros, a fim de ajudar você a assegurar o melhor desenvolvimento possível do seu negócio. Boa leitura!

Como funciona a apuração de impostos?

A cobrança de impostos é uma constante em nossa rotina, verdade? No entanto, quando se trata de uma empresa, é preciso estar atento a todos os elementos referentes à apuração, pois essa operação viabiliza o acompanhamento de métricas relevantes para o negócio.

Para assegurar que tudo transcorra com sucesso, é imprescindível elaborar um planejamento tributário (tão detalhado quanto possível), visando evitar erros na apuração de impostos.

O planejamento pode, por exemplo, ser executado anualmente (sendo atualizado a cada final de mês), trazendo informações sobre as receitas, despesas e os balanços da empresa.

Não obstante, para que as metas da empresa estejam alinhadas à apuração de impostos, é altamente recomendável incluir no documento as previsões de crescimento do negócio, considerando o cenário atual da corporação.

Quais erros devem ser evitados?

Ao gerenciar o faturamento em sua empresa, você deve calcular todos os impostos relativos a cada uma das operações. Nesse sentido, o preenchimento da nota fiscalprecisa levar em consideração as alíquotas certas, sobretudo do ICMS, que entre outras coisas pode ter alíquotas interestaduais.

Além de considerar tudo que envolve a realização correta dos cálculos, em certos impostos é necessário cruzar os dados, fato que pode gerar confusão quando não há gestão e organização fiscal eficientes. Confira, a seguir, alguns dos principais erros que você deve evitar.

1. Desconhecer o regime tributário a ser pago

Desconhecer o regime tributário a ser pago é um erro bastante comum. Optar pelo mais adequado consiste em uma opção que deve ser selecionada com máxima cautela.

O ideal é que seja efetuado um estudo que englobe tanto o faturamento quanto a atividade da empresa em cada um dos regimes tributários disponíveis. Apenas depois dessa etapa é que deve ser tomada uma decisão definitiva.

2. Não acompanhar as atualizações na legislação

A falta de acompanhamento das atualizações na legislação tem levado muitos empresários a pagar impostos indevidos.

Os líderes empresariais recebem as informações da área contábil, mas continuam sem saber o que precisa ser pago ou qual a melhor maneira de fazê-lo.

3. Não contratar um serviço especializado

Contar com um serviço especializado é essencial para garantir, entre outras coisas, os levantamentos necessários para definir o regime tributário adequado e o acompanhamento das mudanças na legislação.

Além do know-how e da experiência que é oferecida pelos especialistas, sua organização se beneficia de profissionais experientes, treinados e altamente capacitados para evitar todos os erros na apuração de impostos corporativos.

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Descubra as vantagens de contratar uma assessoria tributária!

Os serviços de assessoria tributária destinam-se à adequação dos processos de recolhimento e à apuração de impostos (indiretos e diretos) que incidem sobre as atividades de uma determinada organização.

A partir desse trabalho, fica mais fácil identificar oportunidades e se preparar para quaisquer eventualidades, além de manter a empresa atualizada quanto às frequentes alterações na legislação.

Pensando nisso, preparamos este artigo com os principais benefícios de contratar uma assessoria tributária para a sua organização. Boa leitura!

Melhorar o planejamento tributário

Um bom planejamento tributário é um recurso administrativo essencial para o sucesso do seu negócio. É altamente recomendável iniciar esse processo logo no início de cada ano.

Afinal, a situação fiscal da empresa pode mudar sensivelmente de um ano a outro, gerando a necessidade de redefinir o pagamento de impostos obrigatórios e os respectivos procedimentos fiscais sob o regime mais adequado.

Nesse sentido, a assessoria tributária fundamenta-se na legislação para analisar a organização tanto de uma perspectiva empresarial quanto tributária.

O planejamento tributário deverá ser considerado exitoso quando puder, entre outras coisas, reduzir a quantidade de impostos pagos, corrigir erros antes de possíveis fiscalizações e, com isso, impedir que a empresa tenha que pagar multas geradas por equívocos.

Escolher o melhor regime de tributação

Se a sua empresa ainda não conta com nenhuma atuação voltada a prepará-la para evitar impostos desnecessários, então você certamente ficará surpreso com os resultados que obterá ao contratar uma assessoria tributária.

Isso pode acontecer porque os tributos são calculados de acordo com o regime tributário de cada organização e, particularmente, de suas atividades e faturamentos específicos.

Portanto, empresas que, por um motivo ou outro, deixam de realizar um eficiente planejamento tributário, tendem a sofrer a incidência de tributos incompatíveis com suas atividades comerciais. O resultado: pagar mais impostos do que o necessário.

Garantir segurança no cumprimento das obrigações

Contar com o suporte de uma assessoria tributária propicia mais segurança no cumprimento das obrigações fiscais. Isso se dá devido, entre outros elementos, à possibilidade de contar com profissionais confiáveis e altamente capacitados para esclarecer e oferecer orientações no dia a dia.

Uma vez que as tarefas tributárias serão terceirizadas, você terá mais tempo disponível para analisar informações de outras áreas, podendo realocar seus colaboradores para os setores ligados ao core business de sua organização.

Lembre-se de que a segurança gerada pelo amparo de assessores experientes e com reconhecido know-how pode contribuir para sanar quaisquer processos viciosos em suas equipes de trabalho.

Reduzir custos

Em meio a tantos benefícios, cumpre ressaltar aquele que talvez seja o mais evidente de todos: a redução de custos proveniente da diminuição de valores e impostos pagos ao fisco.

Isso, todavia, não pode e nem deve ser feito de maneira irrefletida ou espontânea. Afinal de contas, não se trata de sonegar impostos (um crime terrível que atenta contra a economia nacional e o bem-estar dos cidadãos), mas de se beneficiar do trabalho de profissionais experientes e com credibilidade reconhecida em elaborar planejamentos tributários.

Tenha em mente que tudo o que a sua empresa faz é refletido no setor financeiro. Como essa área é um verdadeiro espelho das atividades da organização, a assessoria tributária poderá identificar tanto oportunidades de melhoria quanto gargalos presentes em todos os seus processos.

Um trabalho consistente e de longo prazo poderá fornecer o respaldo administrativo e jurídico para adequar as suas atividades empresariais a partir de:

  • redução de custos em consequência da diminuição de alíquotas;
  • economia em juros e multas;
  • redução de custos gerados por retrabalhos;
  • recuperação, quando pertinente, de crédito tributário.

Antever crises financeiras

É natural que os empreendedores sejam verdadeiramente apaixonados por seus próprios segmentos de atuação e, não raro, dominem plenamente quase todos os aspectos que os envolvem.

Contudo, essa mesma qualidade pode levar você a não antever potenciais riscos em seu negócio, percebendo-os apenas quando o problema em questão já tiver se instaurado.

A assessoria tributária pode ajudar também nesse assunto, traçando ações de prevenção para que a sua empresa não tenha de lidar com gastos ou custos inesperados que podem comprometer a lucratividade do seu negócio.

Controlar riscos operacionais

Com o suporte oferecido pela assessoria tributária, você pode redefinir processos de forma sistemática e bem ordenada, promovendo o compliance e controlando os riscos de cada operação.

O ideal é que a assessoria esteja cada vez mais fortemente inserida no dia a dia do seu negócio, a fim de colaborar para que as suas operações fiquem livres de riscos financeiros, tributários e fiscais e se tornem mais enxutas.

Além da competência, esses profissionais podem aportar ao seu negócio todas as ferramentas necessárias para fazer adequadamente o compliance, isto é, conjugar as disciplinas necessárias para garantir o cumprimento de normas regulamentares e legais, bem como as diretrizes e práticas estabelecidas para o seu negócio.

Essas ações também envolvem tratar, detectar e, sobretudo, impedir o surgimento de eventuais inconformidades ou desvios.

Fazer análises mais acuradas de novas operações

Tanto a assessoria quanto a sua empresa terão, ao fim do processo de compliance, uma compreensão mais abrangente dos processos inerentes a toda a cadeia tributária. Essa compreensão permite a identificação de ineficiências e o desenvolvimento de soluções inovadoras para superar esses problemas.

Imagine, por exemplo, uma organização que não tem um setor especificamente voltado ao faturamento. Tal processo é realizado pela área comercial, a qual não dispõe de um total domínio dessa função.

A empresa contrata uma assessoria que, por sua vez, identifica o problema e as consequências por ele geradas. Sugere, então, o treinamento de um colaborador que se dedicará exclusivamente a esse processo, gerando resultados imediatos e significativos retornos para o negócio.

Convém ressaltar, por fim, a importância de escolher um bom escritório de contabilidade, o qual possa prestar uma assessoria tributária capaz de oferecer, além dos elementos expostos, melhores condições competitivas para a sua empresa, agregado valor aos seus negócios.

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Você sabe o que é um balancete contábil?

Como empreendedor, você enfrenta a necessidade de lidar diariamente com inúmeros documentos, não é mesmo? Administrar cada um deles segundo suas particularidades exige tempo, atenção e, sobretudo, muita dedicação. Esforços que podem ir por água abaixo caso você não domine integralmente o conceito de balancete contábil.

Pensando nisso, apresentamos, ao longo deste artigo, as principais informações sobre o assunto, abordando a utilidade e a importância do balancete contábil para o seu negócio. Boa leitura!

Em que consiste um balancete contábil?

O balancete contábil é um demonstrativo capaz de reunir, em um só documento, os movimentos e saldos de todas as contas de sua organização, incluindo saldos devedores e saldos credores.

Sendo assim, o balancete reúne (com os seus respectivos saldos) tanto as contas de resultado quanto as patrimoniais. A representação do saldo é feita segundo sua natureza credora ou devedora, em vez de levar em consideração apenas o grupo a que cada conta pertence.

Como funciona?

Enquanto demonstrativo auxiliar, voltado a relacionar os saldos de contas remanescentes, o balancete contábil é essencial para verificar, por exemplo, se o método veneziano (ou de partidas dobradas) tem sido corretamente observado pela escrituração de sua empresa.

Pelo método veneziano, cada débito deve corresponder a um crédito de valor idêntico. Nesse sentido, a função do balancete consiste em verificar a igualdade entre a soma de saldos devedores e saldos credores.

Esse demonstrativo pode ser usado para finalidades gerenciais, com seus dados extraídos dos mais atualizados registros contábeis, dando suporte, por exemplo, ao acompanhamento de fluxo de caixa e do orçamento empresarial.

Não se esqueça de que o nível de detalhamento do balancete contábil deve se ajustar à sua finalidade. Logo, caso o demonstrativo se destine a usuários externos, ele deve ser assinado por um contador que seja devidamente habilitado pelo CRC (Conselho Regional de Contabilidade).

Em termos gerais, a periodicidade de disponibilização do balancete contábil é mensal, a fim de que ofereça um bom suporte para que os gestores visualizem a situação da empresa ante os saldos mensurados. Por esse mesmo motivo, é necessário que o documento tanto seja facilmente compreensível quanto apresente utilidade prática.

Outro uso comum do balancete contábil consiste em auxiliar o planejamento fiscal e contribuir para a análise dos tributos gerados.

Qual é a importância do balancete contábil?

Todo e qualquer negócio gera um certo volume de entradas e saídas financeiras, fiscais ou patrimoniais. Por esse motivo, é possível afirmar que o balancete contábil demonstra a saúde de uma organização (do ponto de vista financeiro).

Isso se dá porque esse documento relaciona o conjunto de movimentações diariamente registradas, elencando todos os créditos e débitos, de forma individual e cronológica.

É altamente recomendável acompanhar, periodicamente, o balancete da sua empresa, uma vez que, ao tomar essa iniciativa, você será capaz de monitorar o seu negócio com maior precisão, qualificando e obtendo mais eficiência em seu processo de tomada de decisões.

Em quais ocasiões o balancete pode ser utilizado?

Entre as diversas ocasiões em que o balancete pode ser utilizado, destacam-se os momentos em que é imprescindível analisar as contas da empresa, por exemplo, durante a reconciliação contábil.

Outra ocasião bastante oportuna para usar o balancete contábil surge quando é preciso verificar a situação patrimonial em relação aos saldos, a fim de compará-los, por exemplo, com o orçamento aprovado para conhecer a evolução das margens de lucro, dos custos ou das despesas recorrentes.

Se você encontra alguma dificuldade na elaboração do balancete contábil da sua empresa, não se preocupe: há excelentes serviços online que podem ajudá-lo a não errar.

Gostou do nosso artigo? Então, não perca a oportunidade de continuar se aprimorando: saiba como funciona a nota fiscal eletrônica!

Entenda agora o que é e como funciona o SPED

Compreender o que é SPED é de suma importância, pois, ao longo dos processos diários de uma organização prestadora de serviços, é natural que o gestor encontre diversas informações que deverão constar nesse sistema.

Como se trata de uma das principais obrigações acessórias para o adequado cumprimento da legislação contábil e fiscal, um possível desconhecimento do assunto pode, até mesmo, inviabilizar as rotinas do seu negócio.

Pensando nisso, abordamos, ao longo deste post, o que é e para que serve o SPED, bem como os principais problemas que podem ocorrer no momento de sua entrega. Boa leitura!

O que é SPED?

SPED é a sigla para Sistema Público de Escrituração Digital. Trata-se do sistema elaborado para que o governo federal receba e processe os dados contábeis e fiscais das empresas, dividindo-se em duas principais escriturações mensais diferentes: uma voltada à apuração do IPI e do ICMS e outra destinada à apuração da Contribuições Sociais, como COFINS, PIS e CPRB.

Embora ambas as declarações sejam feitas no ambiente SPED, há algumas distinções quanto ao seu preenchimento (pois se referem a tributos distintos) e os responsáveis por sua fiscalização, análise e recepção.

O SPED Fiscal (também conhecido como EFD ICMS/IPI) consiste em uma declaração elaborada por meio de um PVA (programa validador) específico, com o objetivo de apurar os débitos e os créditos do ICMS, além da apuração de IPI. O principal propósito é informar à SEFAZ (Secretaria da Receita Estadual) e à Receita Federal, os tributos de sua competência.

Quanto à COFINS e ao PIS (EFD Contribuições), o sistema também apresenta um programa validador próprio que transmite diretamente à Receita Federal, órgão competente para fiscalização, arrecadação e análise destes tributos.

Quais os principais problemas que podem acontecer na entrega?

Os arquivos do SPED Fiscal apresentam certas peculiaridades que podem significar um grande desafio, até mesmo para os gestores empresariais mais experientes.

Nesse sentido, não é incomum se deparar com erros em documentos que, em um primeiro momento, pareciam estar na mais perfeita ordem, mas que posteriormente encontram problemas relacionados a mudanças nas alíquotas ou em algumas regras específicas.

Escrituração de notas com erros na emissão

Um dos mais graves problemas do SPED Fiscal pode ocorrer devido à desatenção dos seus colaboradores ante as dificuldades presentes para o preenchimento dos diferentes campos da NF-e.

Assim sendo, é possível que eles se deparem com sistemas que contam com campos destinados à inserção de valores referentes a inúmeros aspectos de cada transação, o que complica a definição do valor total da nota, acarretando erros na emissão.

Falta de notas fiscais

Há muitos contadores que encontram problemas ao receber notas fiscais, referentes à compra de produtos e insumos, emitidas contra uma organização. A falta de escrituração de uma nota tende a provocar erros nos registros de arquivos e na apuração de tributos e impostos.

A solução consiste em receber (em formato digital) as notas que os fornecedores emitiram dentro do prazo. Lembre-se, também, de salvar os documentos, mantendo-os seguros durante o período no qual a Receita pode auditar o SPED, qual seja, 5 anos.

Negócios com empresas inaptas

Os dados do Cadastro de Terceiros (relacionados a clientes e fornecedores) geralmente estão desatualizados e, se não forem devidamente alterados, causarão erros e, consequentemente, aplicação de multas pela Receita. Para evitar isso, é altamente recomendável manter sempre atualizada a base de dados da sua empresa.

Em suma, saber o que é SPED é uma condição necessária para o funcionamento de qualquer organização.

Gostou do artigo? Como você lida com o SPED em sua empresa? Deixe um comentário no post e divida conosco a sua experiência!

Como funciona a nota fiscal eletrônica? Tire suas dúvidas agora!

A nota fiscal eletrônica é uma das ferramentas mais importantes para empreendedores e profissionais liberais. Poder emiti-la confere credibilidade ao seu negócio e muita agilidade, já que o processo pode ser feito sem sair de casa.

Neste texto você aprenderá tudo o que precisa saber sobre a nota fiscal eletrônica, as vantagens que ela oferece, e por que integrá-la à contabilidade online.

O que é nota fiscal eletrônica?

De acordo com a Receita Federal, a Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) é um documento digital (sem versão em papel), emitido e guardado para documentar, para fins fiscais, operação de venda de mercadorias ou prestação de serviços (NFS-e).

A validade jurídica da NF-e é garantida pela assinatura digital do remetente e pela autorização de uso fornecida pelo Fisco.

Atualmente, a NF-e é usada para documentar a venda de mercadorias ou serviços para pessoas jurídicas, ou seja, um Microempreendedor Individual (MEI) até pode emitir a nota eletrônica, desde que o cliente seja uma PJ.

Como faço para emitir nota fiscal eletrônica?

Para emitir NF-e ou NFS-e é preciso ter um negócio com CNPJ. Pode ser um MEI ou uma empresa maior, como uma micro ou pequena empresa.

Em seguida, é preciso fazer o registro desse negócio na prefeitura (no caso dos serviços) ou na Junta Comercial do Estado (no caso da venda de mercadorias).

Finalmente, a empresa precisa obter um certificado digital. Esse serviço é vendido por diferentes empresas, normalmente em planos anuais. O software devidamente instalado se conecta ao sistema da prefeitura, por exemplo, de modo que o empreendedor posse emitir notas fiscais eletrônicas devidamente certificadas sem sair de casa.

Quais são as vantagens da nota fiscal eletrônica?

A NF-e pode ser emitida inteiramente sem sair de casa. Já em muitas cidades a Nota Fiscal comum precisa ser verificada pessoalmente em um posto de atendimento da prefeitura, por exemplo.

Emitir NF-e também significa reduzir tempo e dinheiro que seriam gastos com papel, tinta e o serviço de motoboys.

As notas fiscais eletrônicas têm ainda a grande vantagem de serem armazenadas digitalmente, sendo mais fácil organizá-las e acessá-las e também estão menos sujeita a erros humanos na hora do preenchimento de dados.

E o mais importante: por serem certificadas digitalmente no momento da emissão, as notas fiscais eletrônicas oferecem grande segurança jurídica para as transações.

Por que integrar a nota fiscal eletrônica à contabilidade online?

As vantagens da nota fiscal eletrônica ficam ainda melhores com a integração delas a um serviço de contabilidade online.

Integração com o financeiro

Como documentam a entrada de receita do negócio, as informações da NF-e podem alimentar automaticamente as planilhas de vendas, as contas a receber e o fluxo de caixa. O administrador terá um retrato mais preciso das operações e da saúde financeira da empresa.

Mais produtividade

Integrar as notas à contabilidade online significa que cada informação só precisa ser produzida uma vez. Em vez de redigitar os dados para cada setor da empresa, basta emitir a nota e o sistema se encarregará do resto.

Cálculo dos impostos

Dá muito trabalho calcular corretamente os impostos, em especial para municípios diferentes do da sede da empresa. Um serviço de contabilidade online pode sugerir automaticamente o preenchimento correto dos impostos devidos a cada transação.

A integração eficiente entre nota fiscal eletrônica e contabilidade online é uma importante vantagem competitiva para os negócios. Significa perder menos tempo preenchendo planilhas e calculando impostos e ter mais possibilidades de investir em oferecer mercadorias e serviços para seus clientes. Além disso, dá ao gestor mais clareza sobre o fluxo de caixa e outras informações financeiras.

E então, este post foi útil para você? Se ficou alguma dúvida ou se existe algum assunto sobre o qual você queira saber, deixe sua sugestão nos comentários!

Tudo o que você precisa saber sobre MEI

Se você trabalha sozinho, de forma autônoma, já deve muitas vezes ter sentido a necessidade de uma formalização maior do seu negócio. Antigamente, era muito comum que profissionais “comprassem” notais fiscais de outros, quando precisavam emitir uma para realizar um trabalho. Isso até a criação do MEI.

Desde 2009, quando essa lei foi sancionada, muitas pessoas puderam empreender e sair da informalidade de uma forma muito mais simples e rápida. Está pensando em se encaixar nessa categoria e não sabe muito bem como funciona? Vamos explicar tudo para você! Acompanhe o artigo e confira!

Você sabe o que é MEI?

O Microempreendedor Individual (MEI) é a regularização de quem trabalha por conta própria. Sendo MEI, você vai ter um CNPJ, o direito de emitir notas fiscais, contribuir para sua aposentadoria e até contratar um funcionário para trabalhar com você (só não pode ser seu cônjuge, o que é proibido por lei).

Em linhas gerais, o MEI não precisa de um contador, embora algumas vezes seja indicado para deixar tudo organizado. Você vai pagar um imposto fixo por mês, de acordo com a sua atividade. Em 2018, os valores mensais são os seguintes:

  • comércio e indústria — R$ 48,70;
  • serviços — R$ 52,70;
  • comércio e serviços — R$ 53,70.

Essa obrigação mensal já inclui o ICMS ou ISS e uma contribuição à Previdência. Por isso, o MEI é isento de pagar tais impostos sobre cada mercadoria vendida ou serviço prestado.

Em caso de atraso no pagamento, a multa será de 0,33% por dia de atraso — limitada a 20% — e os juros serão calculados com base na taxa Selic para títulos federais. O MEI não exige a redação de um contrato social ou de qualquer outro documento adicional.

É importante frisar que o MEI só precisa pagar impostos a partir do mês seguinte ao que teve o primeiro faturamento. Vamos imaginar que você abra seu MEI em julho, mas o primeiro cliente só surja em setembro. Nesse caso, o primeiro boleto será pago em outubro (correspondente a setembro) e, a partir daí, deverá ser pago todos os meses.

O valor do imposto é sempre o mesmo ao longo do ano, independente do faturamento em cada mês.

Quais atividades podem ser exercidas pelo MEI?

Para saber se você pode ser cadastrado como MEI, é preciso analisar sua atividade e seu faturamento. Você pode faturar até R$ 81.000 anuais, ou seja, uma média de R$ 6.750 por mês.

Também é preciso consultar a tabela de atividades que se enquadram no MEI. Você pode registrar uma ocupação principal e até outras 15 secundárias. Por exemplo, um profissional liberal da comunicação poderia escolher, ao mesmo tempo:

  • editor(a) de jornais diários independente;
  • editor(a) de vídeo independente;
  • promotor(a) de eventos independente;
  • professor(a) particular independente.

As profissões regulamentadas não se encaixam no MEI, justamente porque o programa foi desenvolvido para incluir na legalidade profissionais que não tivessem um sindicato de classe para representá-los (e permitir mais arrecadação ao governo desses trabalhadores informais). Porém, é comum hoje em dia que profissionais de formação universitária abram um MEI para trabalhar de forma independente, fora do emprego.

O cadastro também é usado por todo tipo de profissional liberal ou autônomo, como alfaiate, animador de festas, artesão, astrólogo, cabeleireiro, comerciante, diarista, DJ, fotógrafo, guia de turismo, lavadeiro de roupas, maquiador, mecânico, padeiro, sorveteiro, taxista e vendedor ambulante.

Quem não pode abrir um MEI?

Pensionistas e servidores públicos federais em atividade são proibidos de abrir um MEI. Para funcionários públicos estaduais e municipais, a legislação varia e deve ser consultada conforme o caso. Quem já é titular, sócio ou administrador de outra empresa também não pode abrir um MEI.

Empregados com carteira assinada podem abrir um MEI para trabalhar “por fora” do emprego, mas, em caso de demissão sem justa causa, não terão direito ao Seguro-Desemprego. Quem já recebe, pode ter o benefício cancelado ao abrir um MEI.

Quais as vantagens de se tornar um MEI?

Sair da informalidade e abrir um MEI oferece várias vantagens ao profissional. A primeira delas é ganhar um CNPJ, que confere credibilidade aos seus potenciais clientes. De posse dele, você pode assinar contratos como pessoa jurídica e também abrir conta empresarial em bancos.

Um MEI pode emitir Notas Fiscais, exigência de muitos clientes, especialmente empresas, para comprar mercadorias ou serviços. Isso inclui a Nota Fiscal Eletrônica, que pode ser emitida com poucos cliques, do computador da sua casa, sem necessidade de talão de papel. De posse do CNPJ do MEI, o empreendedor pode também tomar empréstimos em bancos como pessoa jurídica.

Um MEI adquire cobertura previdenciária para si e seus dependentes. Havendo tempo de contribuição mínimo de 180 meses (15 anos), tem direito a aposentadoria por idade aos 60 anos (mulheres) ou 65 anos (homens). A partir de 12 meses de contribuição, já tem direito a auxílio-doença e aposentadoria por invalidez. A partir de 10 meses, pode reivindicar salário-maternidade.

Finalmente, a carga tributária do MEI é bem baixa em relação à de empresas maiores ou de um trabalhador com carteira assinada, trazendo vantagens aos profissionais que se enquadram nessa categoria.

Já sabendo de tudo isso, quais são os passos para abrir de fato o seu MEI?

Acesse o Portal do Empreendedor e depois clique em Formalize-se. Os documentos que você vai precisar são:

  • CPF;
  • título de eleitor;
  • número do recibo da entrega do IRPF.

O procedimento é realmente bem simplificado dentro do site. Você vai precisar fazer a escolha da sua categoria e cadastrar seu endereço. Lembre-se de conferir bem a tabela e ver se a sua atividade se encaixa no formato MEI. Se não for o caso, talvez seja melhor você optar por abrir uma ME (Microempresa). Mas falaremos sobre isso em outro artigo.

Imediatamente ao fim do cadastro você já recebe o seu Certificado de Condição de Microempreendedor Individual, que também serve como alvará provisório. Para providenciar o definitivo, você deve ir até a Prefeitura da sua cidade. Se sua categoria for um comércio, você também vai precisar fazer a inscrição estadual. Para isso, consulte a Junta Comercial do seu Estado.

Com seu MEI funcionando plenamente, você precisa ficar atento a algumas obrigações, que são simples, mas precisam ser cumpridas. Todos os meses você precisa preencher o Relatório Mensal de Receitas e realizar o pagamento da guia de recolhimento mensal.

Além disso, uma vez por ano, você é obrigado a fazer a Declaração Anual Simplificada, um documento que vai constar todo o faturamento daquele ano.

E a Nota Fiscal?

Para a emissão de Nota Fiscal, você precisa consultar a Prefeitura da sua cidade para saber o procedimento local. Algumas cidades já permitem ao MEI a emissão de Nota Fiscal Eletrônica, que facilita muito o processo — mas não é obrigatória.

De forma geral, o procedimento será este:

  1. cadastre-se no Portal do Empreendedor e obtenha seu CNPJ de MEI;
  2. informe esse CNPJ na Prefeitura da sua cidade e consulte como fazer para emitir Nota Fiscal Eletrônica;
  3. adquira um serviço que permita a você emitir Notas Fiscais do computador da sua casa.

O MEI não é obrigado legalmente a emitir Notas Fiscais para consumidor pessoa física. Ressalta-se também que o ICMS ou ISS do MEI é pago dentro da taxa fixa todos os meses, e, portanto, ele está isento desses impostos a cada venda. Ou seja: a carga tributária do MEI não varia conforme as vendas aumentam, desde que o faturamento fique abaixo dos R$ 81.000,00 anuais.

E o Imposto de Renda?

Quem é MEI precisa declarar IR? Vamos por partes, pois isso é bem importante e gera muito conflito. Quem é MEI fica isento do pagamento do Imposto de Renda Pessoa Jurídica. Mas o de Pessoa Física precisa ser feito normalmente se você teve rendimentos superiores a R$ 40 mil no ano pelo MEI.

Você ainda precisa declarar IRPF se teve rendimentos tributáveis no ano superiores a R$ 28.559,70, ou seja, se além do MEI você tem alguma fonte de renda — como aluguéis ou trabalho com carteira assinada — que é tributada normalmente.

É por isso que mesmo tendo um MEI, para não correr riscos, o mais indicado é que você conte com o serviço de um contador ou de uma contabilidade online para que esse encaminhamento seja adequado e você não tenha problemas.

Como ocorre o desenquadramento do MEI?

Quando o faturamento ultrapassa os R$ 81.000 por ano, o negócio deixa de ser enquadrado nos benefícios do MEI é já é necessário abrir outro tipo de empresa. Se você seguir trabalhando sozinho, há duas possibilidades: o Empresário Individual e a Empresa Individual de Responsabilidade Limitada (Eireli).

No primeiro caso, a pessoa física responde por dívidas da pessoa jurídica. No segundo, o empresário responde apenas até o limite do capital social da empresa.

Já se a expansão do seu negócio inclui a contratação de funcionários, é hora de considerar abrir uma Microempresa (ME) ou Empresa de Pequeno Porte (EPP). No primeiro caso, o faturamento é de até R$ 360.000 por ano; no segundo, de até R$ 3,6 milhões por ano. É importante ressaltar que estamos falando de faturamento e não de lucro.

Para dar baixa no MEI, o processo também é feito no Portal do Empreendedor. A baixa é feita mesmo se o MEI estiver com débitos trabalhistas ou tributários. Essas obrigações serão cobradas posteriormente. Após dar baixa, esse CNPJ é irrecuperável. A mesma pessoa pode criar outro MEI depois, com outro CNPJ.

Mais informações sobre o assunto?

Para finalizar, vamos listar algumas curiosidades pontuais sobre o MEI de forma simplificada:

  • você não tem custos para fazer o cadastro;
  • você pode ter até um funcionário com carteira assinada;
  • você não precisa ter um estabelecimento comercial — sua empresa pode funcionar na sua própria casa;
  • você pode escolher até 16 atividades simultâneas — a lista tem mais de 480 possibilidades;
  • com um MEI, você pode participar de licitações públicas.

O MEI é uma forma cada vez mais popular de formalizar o trabalho de profissionais autônomos. Ele permite a emissão de Notas Fiscais e concede um CNPJ para que você possa assinar contratos. Essa é a melhor porta de entrada para o empreendedor que está começando.

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Quais são os tipos de empresas? Saiba como abri-las!

Abrir uma empresa é uma forma de trabalhar com o que a gente gosta e, quem sabe, ganhar mais dinheiro do que faturaríamos em um emprego com carteira assinada. Ser dono do próprio negócio significa assumir mais controle sobre o próprio sucesso, mas você sabia que existem vários tipos de empresas no Brasil?

Um dos problemas mais comuns que o empreendedor encontra na hora de abrir um negócio é como escolher a categoria certa para o negócio que ele tem em mente. Por isso, o mínimo a fazer é conhecer todas as possibilidades para escolher a que melhor se encaixe na sua realidade.

Neste texto você vai conhecer as principais categorias de empresas existentes na nossa legislação, assim como seus prós e contras. Depois, vai aprender um pouco sobre como abrir cada uma delas. Confira!

Microempreendedor Individual (MEI)

Criada em 2008 pelo governo, o MEI é uma categoria para arrecadar impostos de trabalhadores informais e ajudar a formalização dos negócios de menor porte. Entre os tipos de empresas, é o mais fácil de abrir e, por isso, é possível obter um CNPJ em poucos minutos.

Quem atua como MEI pode faturar até R$ 81 mil por ano — ou seja, em média, R$ 6.750 por mês. Quando esse valor é ultrapassado, o empreendedor deve passar para outra categoria.

O MEI é o tipo de empresa mais fácil de abrir e o que paga menos impostos, que é recolhido por meio do pagamento de um boleto mensal. Entre suas desvantagens está o fato de que ele é limitado a um faturamento anual baixo e pode empregar, no máximo, só um funcionário.

Empresário Individual

O Empresário Individual pode tanto ser Microempresa (ME) quanto Empresa de Pequeno Porte (EPP) — tudo depende do faturamento do negócio. Trata-se essencialmente de um CNPJ para que uma pessoa exerça atividades de faturamento mais alto, que pode chegar a R$ 3,6 milhões por ano — em média até R$ 300 mil por mês.

Empresa Individual de Responsabilidade Limitada

A famosa Eireli é semelhante ao Empresário Individual, mas com uma grande vantagem. A responsabilidade do dono é limitada ao capital da empresa. A desvantagem é justamente exigir esse capital social, que deve ser de, pelo menos, 100 salários mínimos.

Sociedade Limitada

São empresas com dois ou mais sócios, cujo nome termina em “Ltda.” Essa marca significa exatamente que a responsabilidade dos sócios está limitada ao capital social da empresa. Sociedades limitadas oferecem oportunidades de crescimento, mas exigem dividir as decisões com sócios e o pagamento de pró-labore para o administrador.

Sociedade Anônima

As empresas S.A. possuem acionistas — e não apenas sócios — e os papéis podem ou não ser negociados em Bolsa. Este tipo de empresa é o que oferece a maior possibilidade de capitalização e, por isso, atrai interessados em comprar títulos. Naturalmente, com isto vem a responsabilidade de distribuir lucros aos acionistas.

Bônus: Como abrir um negócio e escolher entre os diferentes modelos de empresas?

A melhor decisão entre os diferentes modelos de empresas vai depender de alguns fatores e entre eles está o faturamento. Um empreendedor que está no início do seu negócio ainda não tem grande faturamento vai naturalmente optar pelo MEI, que pode ser aberto pelo Portal do Empreendedor em poucos cliques.

A opção entre as diferentes categorias de empresas maiores vai depender da natureza do seu serviço e, por isso, você precisa se questionar se consegue fazer a atividade sozinho ou precisa contratar funcionários, além de pensar no seu capital ou se precisa de acionistas para abrir o negócio.

Por fim, é preciso salientar que a abertura dos tipos de empresas que não são MEI exige alguns passos importantes, que podem incluir o registro na Junta Comercial e a redação de um contrato social. Agora que você sabe mais sobre eles, é hora de colocar as mãos à obra.

E aí, gostou do conteúdo do post? Quer continuar a aprender sobre o assunto? Então entenda de uma vez por todas como registrar uma empresa e aproveite nossas dicas!

Descubra as vantagens de armazenar documentos online para PME

Manter e organizar registros é uma tarefa essencial para o sucesso de qualquer negócio. A prática faz parte também de suas obrigações legais, já que toda empresa precisa armazenar informações fiscais e prestar contas à Receita. Tudo isso pode ser feito de forma mais fácil e com mais precisão e segurança com o armazenamento dos documentos online.

Neste texto, você conhecerá melhor a importância de uma boa gestão de arquivos digitais, aprenderá sobre as vantagens de ter os documentos online para as PME e terá mais clareza sobre como fazer isso de forma prática. Confira!

Qual é a importância da gestão de documentos?

Nunca é tarde para começar a usar um bom sistema de documentação em sua empresa. Trata-se de uma parte importante da gestão do negócio, ajudando a assegurar que você está cumprindo com todas as obrigações legais e tributárias. A seguir, vamos explorar alguns benefícios de manter registros precisos e atualizados:

Atender obrigações fiscais

Acontece em muitas empresas: todos os meses, na preparação dos documentos para o cálculo de impostos, a equipe perde muitas horas de trabalho levantando as informações necessárias para prestar contas e, às vezes, tem que fazer até hora extra.

A legislação tributária no Brasil é grande, complexa e sofre constantes modificações. Com a documentação sempre organizada, esse trabalho fica muito mais fácil e sua empresa perde menos tempo na hora de enviar as informações para o contador.

Outro ponto importante, talvez o mais importante, é a armazenagem das Notas Fiscais Eletrônicas, pois trata-se de obrigação fiscal. A empresa tem o dever de armazenar de forma organizada pelo prazo mínimo de 5 anos todas as Notas Fiscais emitidas e recebidas, e quando falamos de Nota Fiscal Eletronica (NFE) não se trata do arquivo em formato PDF, mas sim do arquivo fiscal digital em formato .XML. Num caso de fiscalização e não atendimento às regras de arquivamento, pode haver a incidência de multas altíssimas.

Tomar decisões melhores

Pense em toda a documentação que a sua empresa produz: ordens de compra, notas fiscais, folhas de pagamento, balancetes, planilhas de todo tipo, dentre outros. São muitas as informações, e organizar apenas uma ou outra parte em lugares diferentes pode dar uma impressão errada da saúde do negócio.

Por exemplo, a empresa pode estar vendendo muito e emitindo várias notas fiscais de alto valor, mas, também, comprando ou se endividando. Com a documentação organizada, fica mais fácil visualizar o que está acontecendo e tomar decisões melhores.

Demonstrar a situação financeira para credores e investidores

Você emprestaria dinheiro para alguém cujas finanças você não consegue entender? Se sua resposta é “não”, a do banco provavelmente também será quando uma empresa que não tenha todas as informações organizadas precise de crédito. Uma boa gestão de documentos não apenas ajuda o administrador do negócio, mas dá ao investidor ou instituição financeira mais segurança para conceder um empréstimo ou fazer investimentos.

Quais as vantagens de armazenar documentos online?

Agora você já conhece as vantagens de uma gestão de documentos de forma geral. Mas, qual é a melhor forma de fazer isso? A maneira tradicional é documentar tudo em papel, distribuindo pastas em pesados arquivos, gavetas e assim por diante.

Muitas organizações, por outro lado, já aprenderam a levar as informações para o computador. Dados do Sebrae mostram que 16% das empresas pretendem ter sistemas de gestão eletrônica de documentos.

Contudo, apenas transferir esses dados para a máquina não é suficiente. Muitos dos problemas do papel permanecem na mera gestão eletrônica, sendo assim, é melhor fazer uma gestão dos documentos online, ou seja, conectada à internet. Essa prática tem vários benefícios para o seu negócio, como veremos a seguir.

Redução da burocracia

A documentação dentro da empresa é algo muito sério — especialmente aquela que lida com obrigações fiscais, como apuração de impostos, documentos fiscais e entrega de balancetes . Por essa razão, implementa-se um fluxo de trabalho com muitas etapas, evitando erros e fraudes.

No entanto, com a gestão de documentos online, os próprios protocolos se encarregam de fornecer segurança, reduzindo o número de etapas necessárias. Os softwares fazem a conferência dos registros e mantêm a integridade jurídica dos dados.

Segurança do backup

Um registro no computador não é necessariamente mais seguro do que em papel. O arquivo pode ser corrompido, deletado por acidente ou ter o acesso dificultado em caso de atualização do software usado para abri-lo.

Com a gestão de documentos online, os arquivos estão hospedados em um servidor externo, ou seja, fora da empresa. O fornecedor se encarrega de fazer o backup e assegurar o acesso aos dados. Dessa forma, não há risco de sua empresa perder a documentação.

Segurança da informação

Outro problema que pode ocorrer com as informações nos computadores da empresa é que, sem a política de informática adequada, o arquivo pode ser copiado por um hacker ou acessado por um funcionário com intenção maliciosa. A gestão de documentos online é mais segura, já que o fornecedor tem um serviço especializado em proteger os dados.

Simplificação da forma de trabalhar

Muitas empresas ainda adotam uma forma antiquada de trabalhar: o envio de e-mails com documentos anexos, atualizados constantemente. O processo é lento e consome cada vez mais tempo e dados conforme o tamanho do arquivo cresce. Além disso, fica difícil identificar qual é realmente a versão mais recente.

A gestão de documentos online, por sua vez, elimina a necessidade desses e-mails e qualquer pessoa autorizada a acessar os documentos enxergará a mesma coisa.

Redução de custos

A gestão de documentos online é mais econômica. Seu negócio não precisa comprar e manter grandes servidores ou arquivos físicos para armazenar os documentos. Além disso, ela corta gastos com papel, tinta e impressoras.

Ao enviar os documentos pela internet, os custos com motoboys e despachantes são eliminados, bem como as possíveis perdas de prazo nos envios por causa de engarrafamentos. Com a digitalização, a organização pode até ganhar espaço removendo estantes e prateleiras que antes guardavam pesados arquivos em papel.

Como ter documentos online em qualquer lugar?

A gestão de documentos online é feita “na nuvem”. Isso quer dizer que as informações da sua empresa ficam armazenadas nos computadores de um fornecedor especializado e são acessíveis pela internet.

Isso funciona da mesma forma que os aplicativos de smartphone com os quais você já está acostumado. A maior parte das informações não está no seu aparelho, mas, sim, nos servidores da empresa — como seus e-mails do Gmail ficam nos servidores do Google.

A gestão de documentos online significa que eles podem ser acessados de qualquer lugar. Você ou os funcionários autorizados podem ler e mostrar demonstrativos financeiros, documentos de registro da empresa, como contrato social e CNPJ, tudo em um tablet, laptop ou smartphone quando estiverem num almoço ou viagem de negócios, por exemplo. Em outras palavras, é possível fazer mais trabalhos com mais precisão e em menos tempo.

Agora que você entende melhor os benefícios de armazenar documentos online para a sua empresa, entre em contato conosco agora mesmo e vamos conversar sobre as soluções mais interessantes para o seu negócio!

Conheça 7 vantagens da contabilidade online

O serviço de contabilidade online já está se consolidando no Brasil, aparecendo com uma ótima opção aos escritórios tradicionais de contabilidade. Aliando benefícios como praticidade, rapidez e segurança, já é a escolha de muitos empresários de pequeno e médio porte. Você está se perguntando se contabilidade online é adequado para o seu negócio? Vamos mostrar que sim e apontar algumas das principais vantagens.

Antes de torcer o nariz imediatamente ou duvidar da facilidade desse serviço, acompanhe nosso raciocínio. Muitos segmentos estão passando por uma grande transformação, ancorados na Internet. O consumo de música e filmes agora tem um novo formato, as opções de estadia em viagens foram muito ampliadas com o AirBnB e o Uber iniciou uma mudança completa no segmento de transporte privado. É inevitável que esse movimento chegue também em outras área e venha para somar, facilitar e diminuir os custos para os clientes. Analisando todas essas informações, é óbvio que o serviço de contabilidade online veio para ficar, certo?

Então vamos avaliar juntos quais são as principais vantagens da contabilidade online para você!

1 – Rapidez e facilidade no atendimento

Por ser um modelo online, temos muita facilidade e rapidez no atendimento. Se você está acostumado com o modelo dos escritórios tradicionais, vai se surpreender com a agilidade da contabilidade online. No Conta Ágil, temos contadores e uma equipe de apoio completa sempre disponível para resolver seu problema o mais rápido possível.

2 – Segurança na contabilidade online

Eliminando a existência de rastros físicos, suas informações e documentos estão muito mais seguros em banco de dados e servidores altamente seguros. Isso vai evitar o vazamento de informações e a perda de dados e documentos através da criptografia.

3 – Fácil acesso

Como o sistema é totalmente online, você pode acessar e acompanhar suas informações a qualquer momento. Você terá acesso em qualquer dispositivo eletrônico. Basta uma simples configuração de segurança para que você acompanhe tudo o que acontece na sua empresa através do seu celular, tablet ou computador.

4 – Precisão e organização

Você chega no contador com uma série de documentos, papéis e pastas. Na hora de organizar as entregas, é uma confusão sem tamanho! Conhecemos a rotina de um escritório tradicional e acompanhamos esse momento muitas e muitas vezes. No Conta Ágil não precisa de mais nada disso. Você digitaliza seus documentos, faz o envio e fica tudo registrado em nosso banco de dados.

5 – Independência

Você tem seu login e senha e pode entrar no sistema a qualquer hora! Pode ter acesso a todos os seus documentos e gestão contábil sem precisar pedir para que ninguém separe pastas ou faça o envio de documentos específicos. Com essa facilidade, você pode inclusive estar mais próximo da sua contabilidade. E o melhor, acompanhar de perto os processos que são tão importantes para o seu negócio.

6 – Informações para tomada de decisão

Você terá documentos e informações disponíveis 24 horas por dia no nosso sistema. Dessa forma, terá sempre os dados mais atualizados para tomar qualquer tipo de decisão, sem precisar esperar nada.

7 – Melhor custo/benefício

A estrutura online faz com que a contabilidade online tenha o melhor custo/benefício para qualquer empresário de pequeno e médio porte. Na Conta Ágil, nossos planos podem ser contratados a partir de um investimento R$ 89,90 por mês, de acordo com a sua demanda e necessidade.

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