Contabilidade Online significa fazer a contabilidade de empresas, utilizando como base a tecnologia para automatizar serviços contábeis, através da internet.

O que é pró-labore? Entenda agora como ele funciona!

O valor de retirada de pró-labore é assunto em pauta entre os sócios de uma empresa que buscam a devida remuneração perante o negócio. Contudo, a maioria dos empreendedores não sabe o que é pró-labore.

O tema pode ser polêmico e gerar muitas dúvidas, uma vez que existem várias informações divergentes na internet a respeito da obrigatoriedade, da definição de valores, da diferença entre pró-labore e divisão de lucros, dentre outras particularidades.

Devido à importância desses aspectos, nós decidimos elaborar um conteúdo com a intenção de esclarecer as principais dúvidas dos empresários sobre pró-labore. Acompanhe e confira!

O que é pró-labore?

O pró-labore é o provento que os sócios recebem pelo trabalho desenvolvido dentro da empresa. Todos os membros da sociedade que exercem alguma função, então, têm direito a ele.

Por exemplo: se um dos sócios também for responsável pela administração do negócio ou for um engenheiro responsável pelos projetos, deve receber uma remuneração compatível com a atividade exercida.

Caso o sócio apenas acompanhe o negócio de longe, faça alguns investimentos financeiros e não trabalhe nela, não deve receber pró-labore, mas somente a sua participação nos lucros.

Porém, para fazer valer seu direito, é essencial que esteja circunstanciada, no contrato social da empresa, a imagem do administrador, que pode ser formada por uma ou mais pessoas.

Muitos podem achar que essa remuneração é um tipo de salário entregue aos sócios, certo? Tecnicamente, sim! Porém, é preciso tomar cuidado ao comparar essa remuneração com salários de funcionários celetistas. Então, confira a diferença a seguir!

Qual a diferença entre pró-labore e salário?

Como já foi mencionado, os sócios que não exercem funções dentro da empresa não devem receber o pró-labore. Contudo, aqueles que têm direito a essa remuneração não têm obrigatoriedade em receber benefícios trabalhistas, como férias, FGTS, dentre outros.

Outra diferença é que os valores e regras do recebimento de pró-labore são flexíveis. Já o salário está atrelado aos valores praticados no mercado e deve estar submetido às leis trabalhistas.

Outra confusão que gera dúvida é que muitos acham que todo o valor recebido pelos sócios é pró-labore. Outros rendimentos que podem ser incorporados à sua folha de pagamento são os dividendos e o retorno do capital investido.​

Cabe, ainda, ressaltar que em empresas lucrativas há a possibilidade de remunerar os sócios por meio da distribuição de lucros. Essa alternativa torna-se mais viável e vantajosa em relação ao pró-labore, pois gera uma economia fiscal.

Isso é possível porque não recai sobre os lucros a contribuição previdenciária ou o imposto de renda, diferentemente do que acontece com o pró-labore, em que o custo fiscal existe e é elevado. Sendo assim, as empresas preferem diminuir o valor do pró-labore e recompensar essa diferença com a distribuição de lucros.

Quais são os impostos pagos no pró-labore?

Contabilmente, o pró-labore é uma despesa operacional da empresa. Dessa forma, a remuneração dos sócios ou do administrador constará no Demonstrativo de Resultados como gastos pagos para a equipe administrativa.

Por conta disso, também incidem impostos específicos sobre o pró-labore. Esses impostos variam de acordo com o regime tributário de sua empresa (Simples Nacional, Lucro Presumido e Lucro Real).

Então, quais são os impostos que incidem sobre o pró-labore? De maneira geral, são o INSS e o IRPF. Em relação ao INSS, normalmente, são retidos 11% da sua remuneração.

Mas o valor pode ser maior devido ao acréscimo da parte patronal da Guia do INSS, no caso de empresas com Lucro Presumido, Lucro Real e, em alguns casos, até no Simples Nacional. Se o sócio receber valores por trabalhar em outra empresa (salário, pró-labore, RPA etc.) esse valor de retenção do INSS pode ser alterado.

Quais são os benefícios do pró-labore?

Os benefícios de receber o pró-labore estão relacionados ao fato de que o sócio passa a ser um contribuinte da Previdência Social. Assim sendo, ao tornar-se um segurado, o sócio terá os seguintes benefícios:

  • aposentadoria — o valor e o tempo de recebimento de pró-labore serão contabilizados no cálculo da aposentadoria;
  • auxílio doença — se o sócio tiver uma doença que o impeça de trabalhar, receberá uma remuneração durante o período em que estiver afastado;
  • pensão de morte — caso o sócio segurado venha a falecer, a sua família ficará resguardada por sua pensão de morte;
  • licença-maternidade — no caso das empreendedoras, as sócias terão direito à licença-maternidade.

Além desses benefícios, ter um pró-labore servirá como uma base para rendimentos comprovados. Com isso, o sócio poderá usar essa informação para solicitar empréstimos junto a bancos, por exemplo.

Qual é a obrigatoriedade do pró-labore?

Agora que você já sabe o que é pró-labore, é necessário explicar qual a exigência do governo sobre essa questão. Primeiramente, devemos deixar claro que há entendimento da Receita Federal sobre a obrigatoriedade de recolhimento de INSS sobre a remuneração dos sócio-administradores.

Contudo, essa obrigatoriedade só existe mediante o seu primeiro faturamento (receita). Por exemplo: se a empresa começou a faturar em julho de 2016, o pró-labore também deve ser pago a partir desse mês.

Então, se você abriu uma empresa, mas ainda não começou a faturar, não precisa registrar a retirada de pró-labore. Como vimos, incidem impostos específicos sobre essa remuneração.

Dessa forma, os sócios ou administradores que estão no contrato social e recebam algum tipo de remuneração precisam pagar a previdência na condição de contribuintes obrigatórios.

Portanto, essas questões precisam ser registradas. Caso contrário, a empresa pode ser questionada pela Receita Federal e, assim, você pode ter que pagar a quantia correta do INSS.

Como definir a quantia para pagamento dos sócios?

Dentro da legislação brasileira, o pró-labore é diferente do salário, portanto, não há definições sobre valores para retirada da remuneração dos sócio-administradores. Contudo, uma boa dica para os empreendedores que precisam estipular o valor de retirada do pró-labore é se imaginar empregando alguém.

Quanto você pagaria para um funcionário que realizasse a função de administrador do seu negócio? Essa pergunta pode ser fundamental para chegar a um valor justo.

Abaixo, segue um passo a passo para ajudar você a definir o valor de pró-labore:

  • defina as atividades que o sócio desempenhará na empresa;
  • faça uma pesquisa de mercado para avaliar a média salarial do profissional que realiza as mesmas atividades em outras sociedades;
  • defina o pró-labore baseado no salário do mercado;
  • pense no valor mensalmente, como um tipo de “salário”. O pró-labore poderá ser maior do que o salário dos funcionários para compensar a ausência dos benefícios trabalhistas;
  • formalize o acordo de pró-labore para que tenha validade jurídica no direito trabalhista. Você pode fazer isso por meio do contrato social, criando cláusulas específicas e registrando na junta comercial do seu estado.

Lembramos que, para manter o bom controle em relação ao pagamento do pró-labore, é recomendável que a empresa faça uma transferência única para a conta-corrente do sócio-administrador.

É fundamental que o valor da remuneração não se misture ao que se refere à distribuição de lucro, justamente para não infringir as leis e, assim, evitar problemas com o Fisco.

Agora que você já sabe o que é pró-labore, já consegue definir um valor para ele. Mas, se ainda estiver em dúvida sobre como calculá-lo, procure a ajuda de um profissional contabilista.

Como o valor dos impostos estão relacionados aos regimes tributários, que tal entender mais sobre esses regimes? Saiba como escolher entre lucro presumido e lucro real! Boa leitura!

Aprenda o que é CNAE e como classificar sua empresa

A Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE) é uma das atribuições mais importantes na abertura de uma empresa. Assim, todo empreendedor precisa conhecer esse termo.

Ele define algumas questões fundamentais para o negócio, como a possibilidade de estar enquadrado no Simples Nacional de acordo com as atividades e operações desenvolvidas pela empresa.

Acompanhe este post e saiba como funciona o CNAE e a importância do enquadramento correto para a sua companhia. Vamos lá!

O que é CNAE?

O CNAE é um código composto por sete dígitos utilizado para a Classificação Nacional de Atividades Econômicas. Dessa forma, ele serve para determinar quais operações uma companhia pode realizar e de qual segmento ela fará parte.

Em outras palavras, é uma forma de padronização das atividades econômicas utilizada pela administração tributária do Brasil nas três esferas do governo — federal, estadual e municipal.

Integram a classificação empresas, estabelecimentos agrícolas, organizações públicas ou privadas, instituições sem fins lucrativos e os profissionais autônomos (pessoa física) que se formalizam como MEI.

Para que serve o CNAE e qual sua importância?

A escolha correta das atividades a serem empreendidas por ocasião da abertura da empresa, bem como por alteração contratual é muito importante.

Um único empreendimento pode exercer mais de uma atividade econômica e, consequentemente, ter mais de uma CNAE, pois para cada atividade é atribuído um código. Contudo, é preciso que uma seja a principal, o que geralmente é determinado pela preponderância do faturamento, ou seja, a atividade com maior percentual deve ser a principal.

Com a classificação adequada no início dos negócios é possível conseguir benefícios, como uma tributação mais simplificada, já que ela influencia diretamente nos impostos a serem pagos, obrigações acessórias e incentivos fiscais.

Uma das possibilidades, dependendo da atividade, é a adoção do Simples Nacional, um regime tributário que integra e facilita o pagamento de diversos tributos e contribuições das microempresas e empresas de pequeno porte.

Todas as informações da organização são comunicadas ao sistema tributário por meio do código CNAE. Quando a companhia acaba escolhendo o código errado fica sujeita a inúmeras implicações futuras.

Como classificar a empresa corretamente?

Antes de tudo, é fundamental consultar o seu contador, já que esse é o profissional mais capacitado para auxiliar na escolha mais adequada.

A classificação da atividade econômica deve refletir as operações, prestações de serviços, revendas, industrialização, comercialização, etc. que a corporação realizará. A partir daí também é possível descobrir se ela terá um ou mais CNAEs.

Para conferir a tabela completa com as classificações basta acessar a CNAE-Fiscal pelo site do IBGE. Clique na aba “Estrutura” e confira a lista com as atividades principais que a cada clique vão se subdividindo e apresentando descrições mais específicas. Dessa forma, cada atividade está ligada a uma seção.

As seções contêm divisões de atividades econômicas compostas por grupos subdivididos em classes que são divididas em subclasses.

A escolha da atividade acontece seguindo a ordem abaixo:

  • seção;
  • divisão;
  • grupo; e
  • classe.

É muito comum que, ao longo do tempo, os empreendedores modifiquem a principal atividade econômica do negócio ou inclua outras secundárias. Nesse caso, é necessário realizar a alteração do cadastro na CNAE.

Agora que você já compreendeu a importância da CNAE e como fazer a escolha mais adequada, nos siga nas redes sociais e acompanhe outros conteúdos de valor para alavancar o seu empreendimento. Estamos presentes no Facebook, LinkedIn e Instagram!

Descubra as vantagens de armazenar documentos online para PME

Manter e organizar registros é uma tarefa essencial para o sucesso do gerenciamento de qualquer negócio. A prática também faz parte de suas obrigações legais, já que toda empresa precisa armazenar informações fiscais e prestar contas à Receita. Tudo isso pode ser feito de uma forma fácil, precisa e segura, optando por armazenar documentos online.

Neste texto, você descobrirá algumas vantagens de armazenar documentos online, conhecerá melhor a importância de uma boa gestão de arquivos digitais, aprenderá a proteger seus documentos e ainda poderá adquirir mais clareza sobre como fazer isso de forma prática. Confira!

Qual é a importância da gestão de documentos?

Nunca é tarde para começar a usar um bom sistema de documentação em sua empresa. Trata-se de uma parte importante da gestão do negócio, ajudando a assegurar que você está cumprindo com todas as obrigações legais e tributárias. A seguir, você vai conferir razões práticas pelas quais o correto armazenamento de documentos é importante.

Atender obrigações fiscais

Acontece em muitas empresas: todos os meses, na preparação dos documentos para o cálculo de impostos, a equipe perde muitas horas de trabalho levantando as informações necessárias para prestar contas e, às vezes, tem que fazer até hora extra.

legislação tributária no Brasil é grande, complexa e sofre constantes modificações. Com a documentação sempre organizada, esse trabalho fica muito mais fácil e sua empresa perde menos tempo na hora de enviar as informações para o contador.

Outro ponto importante, talvez o mais relevante, é a armazenagem das Notas Fiscais Eletrônicas, pois trata-se de obrigação fiscal. A empresa tem o dever de armazenar de forma organizada pelo prazo mínimo de 5 anos todas as Notas Fiscais emitidas e recebidas.

Mas, atenção: quando falamos de Nota Fiscal Eletrônica (NFE) não se trata do arquivo em formato PDF, mas, sim, do arquivo fiscal digital em formato .XML. Num caso de fiscalização e não atendimento às regras de arquivamento, pode haver a incidência de multas altíssimas.

Tomar decisões melhores

Pense em toda a documentação que a sua empresa produz: ordens de compra, notas fiscais, folhas de pagamento, balancetes, planilhas de todo tipo, dentre outros. São muitas as informações, e organizar apenas uma ou outra parte em lugares diferentes pode dar uma impressão errada da saúde do negócio.

A empresa pode estar vendendo muito e emitindo várias notas fiscais de alto valor, mas, também, comprando ou se endividando, por exemplo. Com a documentação organizada, fica mais fácil visualizar o que está acontecendo e tomar decisões melhores.

Demonstrar a situação financeira para credores e investidores

Você emprestaria dinheiro para alguém cujas finanças você não consegue entender? Se sua resposta é “não”, a do banco provavelmente também será. Quando uma empresa que não tem todas as informações organizadas precisar de crédito, pode ser bem difícil conseguir.

Uma boa gestão de documentos não apenas ajuda o administrador do negócio, mas dá ao investidor ou instituição financeira mais segurança para conceder um empréstimo ou fazer investimentos.

Quais as vantagens de armazenar documentos online?

Agora você já conhece as vantagens de uma gestão de documentos de forma geral. Mas, qual é a melhor forma de fazer isso? A maneira tradicional é documentar tudo em papel, distribuindo pastas em pesados arquivos, gavetas e assim por diante.

Por outro lado, muitas organizações já aprenderam a levar as informações para o computador. Dados do Sebrae mostram que 16% das empresas pretendem ter sistemas de gestão eletrônica de documentos.

Contudo, apenas transferir esses dados para a máquina não é suficiente. Muitos dos problemas do papel permanecem na mera gestão eletrônica. Sendo assim, é melhor fazer uma gestão dos documentos online, ou seja, conectada à internet. Essa prática tem vários benefícios para o seu negócio, como veremos a seguir.

Redução da burocracia

A documentação dentro da empresa é algo muito sério — especialmente aquela que lida com obrigações fiscais, como apuração de impostos, documentos fiscais e entrega de balancetes. Por essa razão, implementa-se um fluxo de trabalho com muitas etapas, evitando erros e fraudes.

No entanto, com a gestão de documentos online, os próprios protocolos se encarregam de fornecer segurança, reduzindo o número de etapas necessárias. Os softwares fazem a conferência dos registros e mantêm a integridade jurídica dos dados.

Segurança do backup

Um registro no computador não é necessariamente mais seguro do que em papel. O arquivo pode ser corrompido, deletado por acidente ou ter o acesso dificultado em caso de atualização do software usado para abri-lo.

Com a gestão de documentos online, os arquivos estão hospedados em um servidor externo, ou seja, fora da empresa. O fornecedor se encarrega de fazer o backup e assegurar o acesso aos dados. Dessa forma, não há risco de sua empresa perder a documentação.

Segurança da informação

Outro problema que pode ocorrer com as informações nos computadores da empresa é que, sem a política de informática adequada, o arquivo pode ser copiado por um hacker ou acessado por um funcionário com intenção maliciosa. A gestão de documentos online é mais segura, já que o fornecedor tem um serviço especializado em proteger os dados.

Simplificação da forma de trabalhar

Muitas empresas ainda adotam uma forma antiquada de trabalhar: o envio de e-mails com documentos anexos, atualizados constantemente. O processo é lento e consome cada vez mais tempo e dados conforme o tamanho do arquivo cresce. Além disso, fica difícil identificar qual é realmente a versão mais recente.

A gestão de documentos online, por sua vez, elimina a necessidade desses e-mails e qualquer pessoa autorizada a acessar os documentos enxergará a mesma coisa.

Redução de custos

A gestão de documentos online é mais econômica. Seu negócio não precisa comprar e manter grandes servidores ou arquivos físicos para armazenar os documentos. Além disso, ela corta gastos com papel, tinta e impressoras.

Ao enviar os documentos pela internet, os custos com motoboys e despachantes são eliminados, bem como as possíveis perdas de prazo nos envios por causa de engarrafamentos. Com a digitalização, a organização pode até ganhar espaço removendo estantes e prateleiras que antes guardavam pesados arquivos em papel.

Facilidade na padronização

Encontrar um documento pode ser uma tarefa árdua quando não existe uma padronização lógica no momento de arquivá-lo. Por isso, armazenar documentos online permite organizar todos os arquivos de acordo com padrões eficientes e fáceis de localizar.

Além de facilitar o acesso, esse método também torna mais simples a rastreabilidade e o controle de todas as informações contidas nos documentos. Você já deve imaginar o resultado: mais produtividade, agilidade, qualidade e, claro, menos retrabalho.

Agilidade no arquivamento e manuseio

Você já viu que armazenar documentos online gera uma quantidade enorme de vantagens que estão atreladas à agilidade do processo. Isso significa que a burocracia é reduzida, a segurança é aumentada, o trabalho se torna mais simples, menos oneroso e padronizado.

Com tudo isso, permita-se imaginar todo o processo de arquivamento de documentos, de forma simples e rápida: você recebe o documento, digitaliza (caso seja físico), envia o arquivo para uma pasta na nuvem ou para uma plataforma integrada. Tudo isso por meio do seu computador, celular ou qualquer dispositivo móvel.

Algumas empresas já oferecem soluções de inteligência artificial para o gerenciamento de documentos online. No entanto, é sempre válido revisitar as políticas de segurança do serviço digital escolhido.

Como ter documentos online em qualquer lugar?

A gestão de documentos online é feita “na nuvem”. Isso quer dizer que as informações da sua empresa ficam armazenadas nos computadores de um fornecedor especializado e são acessíveis pela internet.

Isso funciona da mesma forma que os aplicativos de smartphone com os quais você já está acostumado. A maior parte das informações não está no seu aparelho, mas, sim, nos servidores da empresa — como seus e-mails do Gmail ficam nos servidores do Google.

A gestão de documentos online significa que eles podem ser acessados de qualquer lugar. Você ou os funcionários autorizados podem ler e mostrar demonstrativos financeiros, documentos de registro da empresa, como contrato social e CNPJ, tudo em um tablet, laptop ou smartphone quando estiverem num almoço ou viagem de negócios, por exemplo. Em outras palavras, é possível fazer mais trabalhos com mais precisão e em menos tempo.

Como garantir a segurança dos documentos online?

Armazenar documentos online é uma ótima alternativa, mas demanda cuidados importantes para que os dados e as informações da empresa não sejam expostos. Para isso, procure sempre se manter atento aos seguintes aspectos:

Gerencie suas senhas

As senhas devem ser pouco óbvias e, quanto mais difíceis de decifrar, melhor. Para isso, vale utilizar os recursos conhecidos como “senhas fortes”, compostas por caracteres especiais, letras maiúsculas e minúsculas, números.

Além disso, é importante frisar que todos os arquivos devem conter senha. Preferencialmente, elas devem variar entre um arquivo e outro e serem alteradas periodicamente. Isso garante que as senhas não fiquem salvas em dispositivos, expondo os documentos ao risco.

Sob esse aspecto, também é essencial nunca salvar as senhas no navegador web, muito menos fornecê-las a qualquer pessoa. Por fim, lembre-se sempre de realizar logout nas páginas cujo acesso exija senha.

Tenha um software de apoio

Um bom sistema de gestão de documentos pode garantir maior segurança para os seus dados. Isso acontece porque a automatização de alguns processos diminui a exposição dos documentos, evitando que eles passem de mão em mão, por exemplo.

Empresas que trabalham com tecnologia de ponta na gestão de dados podem fornecer inúmeras vantagens que vão bem além da segurança, como facilidade na assinatura de documentos, organização, consulta prática, validade jurídica etc. No entanto, é sempre importante prezar por softwares com boa credibilidade e reconhecimento no mercado.

Faça um treinamento

Preparar os colaboradores para armazenar documentos online é outro passo importante para garantir a segurança das informações da empresa. Isso vai desde o correto gerenciamento das senhas até a forma de salvar, efetivamente, as informações na nuvem ou software escolhido.

Como são as pessoas que manuseiam e operam os processos envolvendo os documentos, elas precisam ser aptas a lidar com eles da melhor forma. Por isso, investir em um bom treinamento para armazenar documentos online de forma segura é um investimento bastante relevante.

A essa altura, você já entende muita coisa sobre armazenar documentos online, não é mesmo? Que tal começar a descobrir como levar essa realidade para a sua empresa e melhorar o gerenciamento de informações importantes do negócio? Entre em contato conosco e deixe-nos ajudar!

Como separar despesas pessoais das contas da empresa: aprenda!

Separar as despesas pessoais das contas da empresa pode ser um desafio, especialmente para pequenos empresários. Pela complexidade da tarefa ou por comodidade, muitos acabam misturando as finanças. Quando percebem, estão movimentando o dinheiro da empresa para pagarem academia, escola das crianças, faturas de cartão de crédito e outras coisas mais.

Entretanto, isso deve ser evitado a todo custo. A prática poderá atrapalhar o planejamento e a organização das finanças da sua empresa, dificultando o controle de gastos e levando até a problemas com a Receita Federal. Por isso, neste post, você aprenderá como separar despesas pessoais das contas da empresa. Vamos lá?

Tenha contas bancárias diferentes

Algumas pessoas com um alto nível de organização conseguem, por meio de planilhas bem-elaboradas, usar a mesma conta bancária para os dois tipos de despesas. Entretanto, essa situação nunca é a ideal, nem mesmo para que tem muita disciplina.

Para separar completamente as despesas pessoais e empresariais, não custa nada ter contas bancárias diferentes. Isso facilitará muito o registro da movimentação financeira de sua empresa ao longo do ano, além de dar um ar muito mais profissional para o seu negócio.

Não pague contas domésticas com a conta empresarial

Uma vez separadas as duas contas, lembre-se de nunca pagar despesas pessoais com a conta empresarial. Para isso, é fundamental definir previamente a forma como os pagamentos e retiradas dos sócios serão realizados.

Ao receberem o pró-labore, ou seja, o “salário” referente às funções desempenhadas por cada um, os sócios garantirão que terão meios para pagarem suas despesas pessoais. Dessa forma, não precisarão recorrer à conta empresarial quando precisarem cuidar de seus gastos privados.

Eduque seus sócios e familiares

É essencial que você também conscientize as pessoas ao seu redor sobre como separar despesas pessoais das contas da empresa. Seus sócios também precisarão estar comprometidos com os mesmos objetivos de organização, disciplina e profissionalismo.

Além disso, seus familiares também precisarão entender que as contas da empresa não são uma extensão das contas da família. Ao atingirem o limite do orçamento doméstico, eles não poderão enxergar o empreendimento como um fundo de reservas, algo muito comum e péssimo para os negócios.

Busque ajuda profissional

Muitas vezes, a ajuda profissional é indispensável para assessorá-lo nessa empreitada. Se você estiver com dificuldades para classificar as despesas, separar as finanças ou conscientizar seus parceiros, busque assistência.

Um profissional ajudará sua empresa a estabelecer um sistema que funcione para as necessidades específicas que ela tiver, além de poder disponibilizar softwares de gestão de fluxo de caixa que auxiliarão no controle e registro das despesas, por exemplo.

O serviço de contabilidade online é uma ótima opção nesse caso, pois é uma alternativa mais rápida e prática do que os escritórios tradicionais.

Como você pôde perceber, saber como separar despesas pessoais das contas da empresa é essencial para a própria sobrevivência do empreendimento. Lembre-se de que negócios fortes crescem por meio de melhorias cuidadosas e graduais e essa separação é um excelente ponto de partida.

Você gostou deste texto? Então não deixe de ler nosso artigo sobre como ter o controle do fluxo de caixa de sua empresa. Boa leitura!

Afinal, o que é capital social e por que importa para a gestão estratégica?

Todo empreendedor, em algum momento de sua carreira, se deparará com a necessidade de entender o que é capital social. Isso pode ocorrer durante os trâmites de abertura do seu negócio ou à medida que ele crescer.

Dada a importância do tema, ainda que você confie as finanças da empresa aos seus contadores, é fundamental estar ciente do real valor financeiro do seu negócio.

Pensando nisso, apresentamos, ao longo deste artigo, no que consiste o capital social, como ele pode ser definido e qual a sua relevância, desde um ponto de vista estratégico. Boa leitura!

O que é capital social?

Trata-se do valor que os acionistas ou sócios determinam para a empresa no momento de sua abertura, ou seja, a quantia investida e indispensável para começar as atividades de um novo negócio, considerando o período no qual ele não gerará lucro o bastante para se sustentar.

Onde ele se localiza no balanço patrimonial?

O capital social se localiza no “patrimônio líquido” (que registra as diferenças entre os valores dos passivos e dos ativos) que é constituído, também, pelos prejuízos acumulados, ações em tesouraria, reservas de lucros, ajustes de avaliação patrimonial e reservas de capital.

Como definir o capital social da sua empresa?

Após compreender o conceito, é chegado o momento de definir o valor do capital social de sua empresa (uma tarefa nada fácil). Caso você ainda não tenha clareza a respeito desse número, é recomendável iniciar com o valor que efetivamente esteja sendo aplicado no início da operação (desde que a empresa esteja sendo aberta como Sociedade Limitada ou Empresário Individual).

Se for necessário, você poderá trocar esse valor depois. Desse modo, é mais simples e fácil. Afinal, não é razoável perder todo esse tempo na abertura da sua empresa, principalmente, quando os clientes já estão à sua porta e desejam que você emita notas fiscais o mais rápido possível.

Qual é a importância para a gestão estratégica?

Independentemente do porte ou segmento de atuação, a empresa deve estar preparada para gastos posteriores, como o pagamento de colaboradores, impostos e taxas, custos de manutenção etc.

Qual é a relação entre capital social e limitação de responsabilidade?

No caso de a empresa acumular credores e dívidas, o limite da responsabilidade de seus sócios (além da sua própria) será determinado pelo montante total do capital não integralizado e subscrito, respeitando-se a proporcionalidade de suas cotas.

EIRELI

Na modalidade EIRELI (Empresa Individual de Responsabilidade Limitada), que precisa de um capital social mínimo de 100 salários mínimos, o único dono (ou titular) possui uma responsabilidade limitada em relação às obrigações de sua empresa.

Isso significa, em termos práticos, que o indivíduo que deseja abrir o seu negócio por meio da EIRELI não pode ter o patrimônio pessoal afetado por eventuais dívidas de sua empresa.

Essa condição permanece válida enquanto o responsável legal não cometer nenhuma forma de ilegalidade, tais como lavagens de dinheiro e fraude em licitações. Dessa forma, a empresa em si passa a ser a única responsável pelo cumprimento de seus próprios direitos e deveres.

Trata-se, em suma, de uma modalidade especialmente interessante para as pequenas empresas, uma vez que abrange modelos mais simplificados de negócios.

É possível alterar o capital social após a abertura da empresa?

Conforme mencionado, é perfeitamente possível fazer essa alteração, embora seja mais difícil reduzir do que aumentar. Com efeito, se você deseja reduzir o capital social da sua empresa, ela não poderá acumular dívidas e será necessário publicar o fato em um jornal. Caso ninguém se manifeste dentro de 90 dias, a redução pode ser efetivada.

O aumento do capital social, por sua vez, implica em custos com o contador e o pagamento de taxas à Junta Comercial.

Agora, que você está bem informado a respeito do que é capital social, acreditamos que será mais fácil definir esse valor do modo mais preciso e conveniente para as necessidades da sua empresa.

Gostou do artigo? Então, compartilhe este post nas redes sociais e mostre aos seus amigos e contatos que você está por dentro de tudo o que é necessário para garantir a eficácia da sua gestão estratégica!

Quer evitar erros contábeis? Faça uma contabilidade online!

Um dos pontos mais importantes para o sucesso de uma empresa está na gestão eficiente das obrigações contábeis, fiscais e tributárias, já que o impacto negativo de erros nessas áreas pode ser muito grande, com multas e outras sanções que dificultam a continuidade do negócio ou, até mesmo, causam seu encerramento.

Por isso, é fundamental que toda empresa busque soluções para que a contabilidade seja feita de forma correta, eficiente e segura, visando evitar problemas futuros, garantindo o controle das obrigações contábeis e mantendo todos os dados seguros e organizados. Esse processo pode ser potencializado com o uso da contabilidade online.

Neste post, explicaremos o que é contabilidade online, como ela funciona e, ainda, apresentaremos alguns dos erros contábeis que podem ser evitados quando se utiliza desse tipo de serviço.

Entenda o que é contabilidade online

Responsável por atender às necessidades de registro e controle das movimentações financeiras, pagamento de tributos, provisões de despesa e estudo de investimentos de um negócio, a contabilidade auxilia no gerenciamento e tomada de decisões relacionadas à empresa, sendo fundamental para o bom desempenho da mesma.

Com a evolução da tecnologia e com o processamento de informações cada vez mais ágil e dinâmico, tornou-se evidente que o envio de dados e documentos contábeis acompanhasse esse avanço, o que deu origem à chamada contabilidade online, que visa acelerar e facilitar demandas, de forma a tornar a empresa mais eficiente.

Por meio de ferramentas online, é possível realizar o envio e recebimento de documentos contábeis, fiscais e tributários, além de gerir informações na rede e também acompanhar os processos de qualquer lugar e hora, o que acarreta mais agilidade, controle e confiabilidade ao trabalho.

Conheça alguns erros contábeis que podem ser evitados

Agora que você entendeu melhor o que é contabilidade online, é interessante conhecer alguns dos principais erros contábeis e problemas relacionados aos procedimentos que podem ser evitados adotando esse tipo de serviço.

Além de agilizar processos e otimizar o acesso aos documentos mais importantes, essa ferramenta online também permite solucionar uma série de problemas que podem impactar a contabilidade de sua empresa. Vejamos, a seguir, alguns deles.

Dificuldade no acesso às informações

Uma das principais queixas de empreendedores a respeito da contabilidade tradicional está na dificuldade de acesso às informações contábeis de sua empresa, já que, muitas vezes, é preciso requisitar esses dados com antecedência, informar quais são os documentos, indicadores que se deseja obter e, então, aguardar o prazo de preparação e envio por parte do escritório contábil.

Ao adotar a contabilidade online, as informações passam a estar disponíveis na rede, sendo possível acessá-las de qualquer lugar e quando desejar, desde que se tenha acesso a um aparelho com conexão à internet. Com isso, as operações da empresa são agilizadas, facilitando as rotinas.

Demora na geração de relatórios

Outra falha bastante comum é a demora na geração de relatórios contábeis, que muitas vezes precisam passar pelo mesmo processo burocrático citado acima, demandando tempo e esforço para serem obtidos, o que pode atrasar tomada de decisões importantes e dificultar o dia a dia da empresa.

Com a contabilidade online, passa a ser possível emitir relatórios detalhados a qualquer momento, já que as informações estão concentradas em um único local e disponíveis para acesso imediato do empreendedor, garantindo mais agilidade e eficiência.

Problemas fiscais

Muitos empreendedores se queixam que, mesmo contando com um escritório contábil tradicional, acabam por ter problemas fiscais, já que não podem acompanhar os processos e as obrigações de forma próxima, o que dificulta a gestão por parte da empresa.

Esse é um dos erros contábeis que mais impacta os resultados e também um dos problemas solucionados pela contabilidade online, que permite ao gestor acompanhar todas as obrigações fiscais em tempo real, oferecendo maior controle e segurança.

Falhas relacionadas a impostos

Outro problema que pode ser extremamente negativo para a empresa está em erros e falhas relacionados a impostos, já que informações erradas ou mesmo a omissão de dados para o fisco podem acarretar multas, sanções administrativas e, até mesmo, levar ao fechamento do negócio.

Para evitar esse problema, é possível acompanhar todas as obrigações tributárias por meio da contabilidade online, o que permite ao empreendedor manter em dia as informações junto ao fisco e efetuar o lançamento correto de impostos e tributos, evitando problemas futuros.

Lançamento de valores incorretos

Empresas com um grande volume de operações lidam com muitos dados e, no envio tradicional dessas informações, é possível que ocorram erros contábeis no lançamento de valores, sejam eles de entrada ou de saída, o que pode impactar na gestão fiscal e tributária e, até mesmo, acarretar cobranças indevidas por parte do fisco.

Isso pode ser evitado pela integração da contabilidade online com grandes sistemas de gestão e ERPs.

Saiba a importância de ter um parceiro de confiança

Agora que você entendeu o que é contabilidade online e também conheceu alguns dos erros contábeis que podem ser evitados com sua utilização, é necessário destacar, ainda, a importância de contar com um parceiro de confiança e de qualidade para esses serviços, visando que seja realmente positivo para sua empresa.

Como é possível perceber, ao contar com uma contabilidade online de confiança e que ofereça qualidade e segurança para sua empresa, você reduzirá e evitará erros contábeis, trazendo maior tranquilidade e eficiência para o seu negócio, além de garantir que apresente todas as suas obrigações fiscais, tributárias e contábeis nos prazos corretos, evitando problemas posteriores com o fisco.

Ainda, que ao realizar a contabilidade online, sua empresa passa a ter mais eficiência na gestão de dados contábeis, melhora o acesso às informações importantes, que passam a ser armazenadas na nuvem e estarão acessíveis de qualquer lugar, além de garantir mais transparência aos processos.

O que você achou de entender quais os erros contábeis que sua empresa pode evitar ao contar com uma contabilidade online e também de entender a importância de um parceiro de confiança para essa tarefa? Se você gostou e deseja implementar a contabilidade online em sua empresa agora mesmo, entre em contato conosco!

Entenda o que significa fazer a antecipação de lucros

Para muitas pessoas, a ideia de ter o próprio negócio e colher bons rendimentos no futuro é a grande aposta desse investimento. Mas, quando a empresa já está tendo bons ganhos é possível realizar a antecipação de lucros.

Essa é uma prática muito comum e bastante utilizada por empreendedores do Simples Nacional. Mas o que ela significa? Como funciona? Quais os limites de retirada? As respostas para essas e outras perguntas estão no conteúdo abaixo. Continue a leitura!

O que é a antecipação de lucros?

Como o próprio nome indica, a antecipação de lucros nada mais é que a retirada de determinado valor do lucro líquido da empresa, porém, antes efetivado o encerramento do período contábil da empresa. Essa retirada pode ser feita a qualquer momento, desde que seja inferior ou compatível com o lucro obtido pela empresa no final do ano-calendário.

A antecipação de lucros é feita com base no balancete mensal e precisa constar no contrato social, com todas as informações do acordo e apontando o lucro contábil do mês de referência.

A antecipação de lucros antecede a distribuição de lucros aos sócios, já que é feita antes da definição do lucro contábil. No entanto, em ambas as situações é preciso entender como está a formação jurídica no contrato social da retirada do lucro e a quantas cotas cada sócio tem direito dentro do patrimônio social da companhia.

Como funciona?

A primeira preocupação necessária para realizar a antecipação de lucros é incluir tal previsão no contrato social da pessoa jurídica.

Além disso, é imprescindível que essa forma antecipada de lucros leve em consideração os balancetes do período (mensal, trimestral ou semestral) para manter a operação.

Caso isso não seja levado em consideração, a Receita Federal pode entender que houve sonegação fiscal, ocasionando a incidência de valores a título de multa e juros.

Para usufruir da prática, é fundamental que quem empreende realize um bom planejamento sobre seus rendimentos, fazendo, por exemplo, o controle e a organização do fluxo de caixa. Isso possibilita que todas as informações e os dados necessários estejam disponíveis ao contador para realizar corretamente a escrituração contábil, a fim de sustentar e dar amparo legal à antecipação de lucro ao longo do ano-calendário.

Como forma de garantir que a antecipação de lucros ocorra de forma legalizada, algumas providências podem ser tomadas:

  • levantar os balancetes do período em que consta o resultado apurado (mensal, trimestral ou semestral);
  • se for o caso, alterar o Contrato Social, acrescentando a cláusula sobre a possibilidade de distribuição antecipada de lucro;
  • manter recibos vinculados ao lucro apurado em cada período.

Quem mais utiliza essa prática?

Como já dito anteriormente, a antecipação de lucros é uma prática bastante comum entre empresas do Simples Nacional. No entanto, há uma regra simples: a retirada não pode ser maior que o valor final do lucro contábil — isso pode trazer prejuízos para a empresa e o valor que ficar negativo poderá ser tributado.

A realização de um bom planejamento tributário é fundamental para a antecipação de lucros de forma correta e de acordo com os ganhos que beneficiarão a empresa em seu ano-calendário.

Gostou do nosso post? Complemente sua leitura com outro conteúdo: “Você sabe quais são as obrigações acessórias de sua empresa?”. Acesse e fique por dentro!

Saiba como fazer a Declaração do Imposto de Renda 2019 em 4 passos

Uma grande preocupação dos cidadãos brasileiros consiste na sua declaração do Imposto de Renda (IR), pois essa é uma importante obrigação a ser cumprida que evita problemas com o Governo, como multas onerosas.

Essa declaração ocorre todos os anos e em 2019 não será diferente. Por essa razão, redigimos este artigo que esclarece as principais dúvidas do contribuinte sobre o tema. Aqui explicamos o que exatamente é essa obrigação, quem deve fazê-la, qual seu prazo, quem está isento e quais são as etapas para cumpri-la! Confira!

O que é a Declaração do Imposto de Renda?

Primeiramente, é importante entender como funciona o Imposto de Renda. Esse é um tributo que recai sobre todo cidadão que recebe acima de um determinado salário. Dependendo do quanto a pessoa recebe por mês, será apurada e cobrada uma alíquota (percentual, a ser recolhida e passada ao governo). Confira:

  • até R$ 1.903,98: isento;
  • R$ 1.903,99 a R$ 2.826,66: 7,5% (R$ 142,80);
  • R$ 2.826,67 a R$ 3.751,05: 15% (R$ 354,80);
  • R$ 3.751,06 a R$ 4.664,68: 22,5% (R$ 636,13);
  • mais de R$ 4.664,68: 27,5% (R$ 869,36).

A Declaração do Imposto de Renda nada mais é que o esclarecimento sobre seus rendimentos ao governo para demonstrar que o recolhimento está feito conforme a lei.

Quem deve fazê-la?

Além daqueles que recebem mais de R$ 1.903,98 mensais ou R$ 28.559,70 anuais, também devem declará-la quem:

  • recebeu rendimentos isentos acima de R$ 40 mil, como indenizações ou loteria;
  • manuseou operações em bolsas de valores e recebeu capital por alienação (vendas) de bens ou direitos;
  • tiver posse de bens que ultrapassem R$ 300 mil;
  • obteve mais de R$ 140.629,55 com atividades rurais;
  • compensou prejuízos relativos às atividades rurais.

O prazo para entrega da declaração começa em março e vai até o último dia do mês de abril de 2019.

Quem está isento da obrigação?

Os cidadãos que não se encaixem nos critérios listados não precisam declarar o imposto, mas há outras hipóteses que geram a isenção (desobrigação de enviar a declaração).

Uma delas é no caso de recebimento de rendimentos originários de aposentadorias, pensões previdenciárias ou reformas de patente. Como também, estão isentos os portadores de moléstias graves como:

  • cegueira;
  • Parkinson;
  • AIDS;
  • hanseníase;
  • tuberculose ativa;
  • alienação mental;
  • cardiopatia grave;
  • esclerose múltipla;
  • nefropatia grave;
  • etc.

Nesse caso, o contribuinte deve realizar um procedimento para usufruir da isenção.

Quais são as etapas para fazer a declaração?

Agora que você sabe como funciona o Imposto de Renda e se deve declará-lo este ano, confira a seguir um passo a passo de como cumprir essa obrigação.

1. Separar os documentos

Primeiramente, é preciso juntar todos os documentos necessários para preencher os dados cadastrais exigidos pela Receita, como CPF, RG, título de eleitor etc. Também será necessário coletar documentos que comprovam seus ganhos, como os informes de rendimento do:

  • empregador ou fonte pagadora;
  • banco comercial;
  • da corretora, em caso de investimentos.

2. Baixar o programa

Todo ano a Receita Federal disponibiliza gratuitamente um programa que prepara e envia as declarações pela internet. Até o presente momento a versão de 2019 não está disponível. Normalmente o programa é liberado no final de fevereiro ou no início de março.

3. Preencher informações corretamente

Depois de baixar e instalar o programa, você se deparará com uma série de informações, como:

  • preenchimento dos dados básicos: ocupação principal, CPF, RG, título eleitoral, endereço etc.;
  • dependentes e alimentados: pessoas dependentes de você financeiramente;
  • rendimentos: ganhos tributáveis – salários e pró-labore –, como também os não tributáveis, como bolsas de estudos;
  • pagamentos efetuados: são valores pagos que não devem ser contabilizados, como gastos com saúde e educação;
  • bens, direitos: são suas propriedades, saldos bancários, aplicações financeiras etc.;
  • dívidas e ônus: obrigações que você tiver com credores e devedores.

4. Envio da declaração

Antes de enviar, acesse a aba “pendências” e verifique as informações incorretas. Os triângulos vermelhos sinalizam erros e os triângulos amarelos, eventuais avisos. Confira as informações e somente envie quando tudo estiver correto.

A declaração do imposto de renda é uma obrigação inevitável do contribuinte. Se você tem dúvidas sobre como fazê-la, pode deixar toda a burocracia contratando assessores especializados no assunto e evitar problemas legais.

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Fluxo de caixa: tenha controle sobre as finanças da sua empresa

O fluxo de caixa é uma das ferramentas mais eficientes para fazer a gestão financeira de uma empresa. Seu objetivo é registrar todas as movimentações financeiras do caixa, controlando entradas e saídas dos recursos financeiros.

Quando as entradas são maiores do que as saídas, há um saldo positivo. Do contrário, quando a saída é maior, a empresa possivelmente entrará no vermelho e terá prejuízos.

O controle do fluxo de caixa pode ser diário, semanal, mensal ou anual. Além dos registros, é importante que ele tenha projeções e estimativas. Outra ação essencial é contabilizar os saldos dos ciclos anteriores para ir compondo as disponibilidades de caixa.

Mas como fazer isso de uma forma prática e eficiente? Listamos aqui algumas dicas. Acompanhe a seguir!

A necessidade do controle de fluxo de caixa semanal

Como dissemos, o controle pode ser feito diária, semanal, mensal ou anualmente. Você precisa determinar essa periodicidade, pois é a pessoa mais capacitada a analisar qual é o volume de movimentação da sua empresa e o melhor período para fazer esse controle.

Agora, o fundamental é que os dados sejam constantemente atualizados e suas anotações alimentadas com todas as movimentações financeiras efetuadas. Por isso, fazer esse controle semanalmente possivelmente é a estratégia mais inteligente.

Por que fazer o controle do fluxo de caixa semanalmente?

Geralmente, as empresas traçam um planejamento estratégico anual, definindo as metas para o período, mas que é, na verdade, construído mês a mês, conforme a sazonalidade das vendas e outros fatores.

Assim, cada mês tem sua meta. Mas você não apura os números somente depois que o mês fecha, afinal, o que passou não pode ser mudado. Por isso, avaliando as parciais semanalmente, você tem tempo para adequações, sempre buscando alcançar o esperado.

Além disso, fazer a projeção para a semana é muito mais simples, pois ela é menos sujeita a imprevistos. Fazendo isso, paralelamente a um planejamento de médio e longo prazo, você ganha uma visão completa da situação.

Então, parta para a prática! Analise entradas e pagamentos semanais para compor seu fluxo de caixa. Mas se você não tem demanda para fazer um fluxo com essa periodicidade, organize as finanças do mês mesmo.

Isso pode ajudar muito na hora de prever gastos e pagamentos que precisam ser feitos futuramente, sem que você comprometa o dinheiro antecipadamente.

Como controlar as contas a receber?

Para ter controle total do fluxo de caixa, você precisa saber exatamente quanto tem para receber e como agir em cada situação. Por exemplo, que tal ligar e manter um contato mais pessoal com devedores de valores mais altos e que estão mais atrasados?

Com aqueles que devem menos, você pode mandar apenas um e-mail para conservar a comunicação. O importante é não deixar a dívida cair no esquecimento e focar no pagamento, seja à vista (com ou sem um desconto) ou por parcelamento.

A ideia é facilitar o pagamento e diversificar as alternativas para quitação. Quanto mais opções e facilidades sua empresa oferecer, mais provável será que seus clientes permaneçam em dia. Outra boa sugestão é oferecer descontos para quem adiantar prestações, sanando antes da data prevista.

O que fazer com as contas a pagar?

As contas a pagar são o Calcanhar de Aquiles de muitas empresas. Não pelo compromisso em si. O mais difícil mesmo é casar as datas de vencimento com as entradas no caixa.

Para ter equilíbrio, você precisa conhecer:

  • seu ciclo econômico, que é o tempo que suas mercadorias ficam paradas no estoque;
  • seu ciclo operacional, que é tempo total de recebimento, começando a contar da data de estocagem da mercadoria;
  • seu ciclo financeiro, que é ciclo operacional menos o prazo de pagamento com seus fornecedores.

Sabendo isso e conhecendo suas obrigações financeiras na palma da mão, você consegue definir como ajustar o fluxo de caixa para não atrasar as contas.

Veja só: se você compra os produtos, e eles passam cerca de 10 dias em estoques antes de serem vendidos, esse é seu ciclo econômico.

Então, quando vende, você demora 30 dias para receber, pois esse é o seu contrato com as operadoras de cartão de crédito. Nesse caso, seu ciclo operacional é de 40 dias.

Mas, caso o pagamento aos fornecedores seja feito em 15 dias da data da compra, por exemplo, o ciclo financeiro será 40 – 15, ou seja, 25. Sabe o que isso significa? Que você paga os fornecedores 25 dias antes de receber de seus clientes.

Sabendo disso, você pode tomar alternativas para gerenciar suas contas a pagar, como negociar o plano com a operadora para receber antes (sem pagar taxas maiores, de preferência), fazer promoções para clientes que pagam à vista ou, ainda, conseguir prazos melhores com seus fornecedores.

De toda forma, é fundamental gerenciar as contas e pagar todas em dia, evitando gastos desnecessários com multas e atrasos.

As precauções para lidar com imprevistos

Imprevistos sempre acontecem. Quanto mais bem-preparado você estiver, menos eles afetarão seu negócio. Por isso, forme uma boa reserva para eventualidades, como:

  • acidentes de trabalho;
  • manutenções inesperadas de computadores;
  • crises no mercado econômico etc.

Agora, como o fluxo de caixa pode ajudar nisso? Simples: faça um aprovisionamento mensal (deixe previsto no planejamento) como fundo de emergência. Coloque depósitos regulares a partir do fluxo de caixa da empresa, e você estará pronto para qualquer imprevisto!

Falando nisso, também é bom se preparar para os “previstos”, ok? Aqueles gastos que você sabe que virão, mas que geralmente pesam muito no orçamento, como pagamento de férias e décimo terceiro para seus funcionários. Ao separar um valor mensal no caixa, você evita ter que conseguir todo esse dinheiro em um único mês.

A definição de objetivos para o fluxo de caixa

Com o fluxo de caixa, você pode projetar o que vem pela frente. Em cenários de crise, isso é essencial para que sua empresa não seja muito afetada pela queda nos negócios.

Sempre pense e aja positivamente. Olhe para o seu fluxo de caixa e avalie como expandir ou fazer investimentos na empresa. Por exemplo:

  • Tenho mais demanda que consigo atender” — que tal investir em capacidade de produção ou aumentar sua equipe de vendas?
  • Minha margem de lucro é baixa” — uma boa estratégia é investir, para aumentar o lucro financeiro da empresa!
  • Tenho um estoque muito alto, que está aumentando meu ciclo operacional” — você já pensou em fazer uma grande queima e repensar o seu planejamento de compras?

Assim, o planejamento estratégico vai ser o mais acertado, de acordo com a realidade do caixa da empresa e seus objetivos.

A organização ideal do fluxo de caixa

Não existe um método específico para controlar seu fluxo de caixa. Alguns empresários fazem isso manualmente, com anotações e contas em papel, também há quem prefira uma planilha eletrônica.

Mas investir em um sistema apropriado é mais profissional. Geralmente esse tipo de ferramenta oferece informações mais completas, como gráficos e lembretes. O ideal é encontrar um que seja adequado às rotinas, ao porte e às necessidades específicas da sua empresa.

Se você se preocupa com os custos, é bom considerar alguns pontos, como:

  • o uso desse tipo de solução é, hoje, muito comum, portanto o custo diminuiu, já que não há necessidade de encomendar a criação de uma ferramenta específica para cada empresa;
  • os gastos também baixaram por causa da Cloud Computing, a computação na nuvem. Agora, muitas ferramentas funcionam como plataformas online, sem necessidade de instalar programas nos computadores da empresa;
  • a relação custo-benefício também precisa ser avaliada, pois muitas vezes a economia gerada supera o valor investido.

A estrutura, independentemente da periodicidade, segue um padrão específico. Um fluxo de caixa semanal, diário ou mensal típico lista as fontes e os usos de recurso e se divide em três componentes, que são:

  • operacional — é a atividade-fim do negócio, os produtos e serviços que se propõe a vender para seus clientes;
  • investimentos — vem de outras fontes, como compra de imóveis, equipamentos e outros ativos fixos. Inclui a aquisição de bens imprescindíveis para a empresa trabalhar bem;
  • financeiro — é o dinheiro de e para fontes externas, como credores, investidores e acionistas. Empréstimos, amortizações, emissão de debêntures e ações e pagamento de dividendos estão entre os itens incluídos nessa parte.

A importância de manter controle sobre o fluxo de caixa

O fluxo de caixa pode ser comparado a um reservatório: o líquido entra por uma fonte e sai por um escoador. Se o fluxo de saída é mais forte que o de entrada, logo o reservatório esvazia.

Da mesma forma, uma empresa com entradas e saídas de dinheiro descontroladas logo fica sem renda para pagar suas obrigações, como impostos, folhas de pagamento e aluguel. Há vários problemas em não gerenciar corretamente o fluxo de caixa. Veja alguns deles!

Prejuízos financeiros

Uma empresa sem planejamento acaba ficando sem dinheiro em caixa para pagar impostos e outras obrigações. E, assim, acaba gastando mais, com juros e multas.

Oportunidades perdidas

Sem fazer o fluxo de caixa semanal, a empresa não consegue se programar para investir. Ao optar por manter o controle rotineiro, ela pode:

  • calcular o saldo positivo (o que sobrou depois do pagamento das contas);
  • aprovisionar uma parte para os gastos futuros;
  • equilibrar seu capital de giro, repondo as retiradas;
  • investir o restante, escolhendo boas oportunidades de negócio.

Falta de liquidez

Ter liquidez é, em suma, ser capaz de honrar seus compromissos. E ela influencia diretamente no crédito que a empresa tem no mercado. Você pode perder sua credibilidade junto a bancos, clientes e fornecedores, devido à falta de liquidez.

Insatisfação dos clientes

Por falar em clientes, sem controle do fluxo, uma empresa pode ter de atrasar entregas por não possuir dinheiro para comprar ou enviar produtos, ou, ainda, contratar um funcionário a mais para melhorar o atendimento.

Agora, você já sabe a importância de ter um bom fluxo de caixa semanal e entende como pode ser prejudicial deixar essa atividade de lado. Reveja sua rotina de controle e procure aprimorá-la, assim verá grandes melhorias nas finanças do negócio.

Quer saber mais sobre esse e outros assuntos importantes para sua empresa? Acompanhe nossas redes sociais! Temos sempre conteúdo de qualidade no Facebook, LinkedIn e Instagram.​

Entenda o que é e como fazer uma DRE na sua empresa

É altamente recomendável saber como fazer uma DRE (Demonstração do Resultado de Exercício). Afinal, trata-se de uma das mais importantes demonstrações contábeis. Esse relatório é muito relevante para os seus clientes, uma vez que é usado não só pelo governo, mas também por bancos, investidores e gestores.

Como o documento permite avaliar a real capacidade e situação da sua empresa, ele acaba sendo uma ferramenta imprescindível para qualificar o processo de tomada de decisões.

Pensando nisso, apresentamos, ao longo deste artigo, uma visão geral sobre a DRE, a fim de ajudar você a compreender melhor como ela deve ser elaborada. Boa leitura!

O que é DRE?

A DRE é um documento de demonstração contábil que objetiva detalhar os elementos responsáveis pelos resultados líquidos de um determinado período por meio da confrontação das despesas, custos e receitas de uma empresa.

Essas informações são apuradas de acordo com regime de competências, princípio segundo o qual as despesas e as receitas devem ser incluídas nas operações dos resultados referentes aos períodos em que ocorrem.

Dito de outra forma, a DRE apresenta um resumo econômico do resultado operacional e não operacional de uma empresa. Para fins de divulgação, ela engloba o exercício financeiro, podendo abranger todo o período de 12 meses ou ser mensal e trimestralmente elaborada, dependendo do fim desejado.

Para que serve esse relatório?

Enquanto ferramenta contábil, a DRE serve para avaliar o status econômico de uma organização, isto é, mostrar o prejuízo ou o lucro que a empresa obteve.

Enquanto controle financeiro, a DRE serve, por exemplo, para auxiliar os líderes e gestores a obterem uma perspectiva real acerca das decisões a serem tomadas, fazendo previsões mais precisas e realistas e verificando se determinados investimentos são economicamente viáveis.

Qual a importância do DRE para a empresa?

A DRE permite, conforme mencionado, uma visualização geral da saúde financeira da empresa. Isso é fundamental para extrair informações relevantes, tais como:

  • quais estratégias devem ser adotadas;
  • os níveis reais de endividamento;
  • o impacto dos impostos sobre os produtos e/ou serviços comercializados;
  • o lucro atingido pelas operações de negócio;
  • a receita obtida pelas vendas totais;
  • a composição de custos relativos aos serviços e produtos;
  • o total de despesas da empresa.

Como elaborar uma DRE de maneira correta?

A apresentação da DRE deve seguir um estrito ordenamento preciso. Na estrutura, devem ser discriminados os valores relativos à receita bruta de serviços e vendas, bem como suas deduções e os impostos que incidem sobre as suas operações de vendas, além de eventuais abatimentos.

A seguir, você chegará ao valor referente às receitas líquidas do período, das quais devem ser subtraídos todos os custos dos produtos que foram vendidos e/ou dos serviços que foram prestados. Isso serve para chegar aos resultados operacionais brutos.

Você deve subtrair desses valores todas despesas ocorridas no período em questão e acrescer as demais receitas. Tais cálculos geram os resultados operacionais líquidos, de modo prévio à incidência de impostos sobre lucro. Após subtrair os valores referentes às tributações, você chegará, então, aos resultados líquidos.

Cumpre ressaltar, por fim, que a DRE não deve ser utilizada somente para fins fiscais ou legais. Ela deve ser aproveitada, também, para aprimorar a gestão estratégica do seu negócio e para qualificar a governança corporativa.

Saber como fazer uma DRE significa adquirir a capacidade de analisar criticamente os números alcançados e identificar com precisão a eficiência de suas práticas, possibilitando, consequentemente, uma excelente gestão financeira!

Gostou do artigo? Então, não perca a oportunidade de continuar se aprimorando: entenda como funciona um balancete contábil!