Veja 3 dicas práticas para a redução de custos nas empresas!

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A redução de custos nas empresas se tornou algo essencial no mercado atual. Afinal, é comum acompanharmos notícias de pequenas, médias e grandes empresas que “quebraram” porque não souberam utilizar seus recursos financeiros de forma assertiva.

Porém, a exigência por serviços mais qualificados também é algo em voga. Por isso, encontrar alternativas inteligentes para manter a máquina funcionando em excelência sem onerar o caixa da empresa é, hoje, um dos grandes objetivos de todo empreendedor.

Para ajudar nessa empreitada, apresentaremos, neste artigo, 3 dicas para redução de custos nas empresas. Continue lendo e confira como melhorar a saúde financeira do seu negócio sem comprometer a qualidade dos serviços prestados. Boa leitura!

1. Invista em soluções virtuais

Em plena era digital, utilizar recursos tecnológicos é essencial para as empresas que desejam diminuir os seus gastos ao mesmo tempo em que qualificam seus serviços. As chamadas “soluções virtuais” mostram como a tecnologia pode fazer a diferença dentro de um negócio.

Por exemplo, com uma plataforma de contabilidade online, você consegue resolver assuntos variados de qualquer lugar e a qualquer momento, necessitando apenas de um equipamento (computador, tablet etc.) e de acesso à internet.

Essa estrutura online faz com que o custo/benefício para qualquer empresário seja bastante atraente. Além disso, por ser um modelo online, há muita facilidade e rapidez no atendimento dos usuários.

2. Renegocie contratos vigentes

Outra ótima maneira de praticar redução de custos nas empresas com inteligência é analisando e renegociando contratos. Primeiro, é essencial estudar o histórico de gastos por setor ou atividade da organização. Assim, você consegue identificar algumas situações que não estão sendo vantajosas para o negócio.

Ao avaliar o gasto com cada contrato, você tem uma visão mais clara sobre os produtos e serviços que de fato usufrui, e se a continuidade de alguns é realmente necessária — muitos itens podem estar sendo subutilizados, mas causando um impacto negativo no caixa da empresa.

Nesse sentido, você deve rever as condições dos contratos considerando os seguintes pontos:

  • parcelas negociadas;
  • valores praticados;
  • taxas de juros.

Além disso, não hesite em renegociar acordos com fornecedores. Embora o serviço seja bem executado, as condições estabelecidas podem não ser as mais favoráveis no momento — por isso, é importante fechar parcerias com fornecedores que apresentem flexibilidade de negociação.

3. Aposte em serviços compartilhados

Hoje, não é mais preciso manter uma superestrutura para oferecer um serviço diferenciado. Graças à internet e ao acesso fácil à informação, é possível pesquisar e entender o perfil do cliente de cada empresa.

Ou seja, o planejamento pode ser feito com o objetivo de suprir as necessidades do cliente, sem desperdícios ou investimentos estratosféricos. O coworking, por exemplo, é uma ótima maneira de criar uma estrutura sem muitos gastos.

O coworking, basicamente, trata-se do compartilhamento de escritório, no qual cada empresa utiliza um espaço suficiente para desenvolver suas atividades. Além disso, existem várias outras opções de negócios colaborativos, que vão desde serviços de café da manhã coletivo até viagens corporativas para uma comitiva inteira.

Enfim, essas foram nossas dicas essenciais para quem deseja ser bem-sucedido na redução de custos nas empresas. Com a alta concorrência no mercado, a contenção de gastos passa a ser um diferencial, pois permite que a instituição desenvolva um bom trabalho de forma segura e inteligente, sem pôr em risco a continuidade do negócio. Assim, analise as informações apresentadas e melhore agora o rendimento da sua empresa!

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Desenquadramento do MEI: confira o passo a passo para fazer isso

O desejo de quase todo microempreendedor individual é ver o seu negócio se expandir e conquistar um lugar no mercado. Isso significa que toda a dedicação para passar por cima das dificuldades não foram em vão. Contudo, esse crescimento traz novas obrigações. Entre elas, a necessidade de alteração do tipo de empresa, ou seja, o desenquadramento do MEI.

Dentre os principais fatores para que essa mudança aconteça, estão: faturamento bruto superior a R$ 81 mil mensais, contratação de mais de um funcionário, abertura de filiais, entrada de um sócio da empresa e executar atividades proibidas ao MEI.

Pensando nisso, elaboramos um passo a passo para que você entenda como realizar esse processo sem erros. Confira!

Solicite o desenquadramento

Primeiramente, você deve acessar a página de serviços do SIMEI, disponível no site do Simples Nacional e solicite o desenquadramento.

Verique se o pedido foi autorizado

Para saber se o pedido foi aprovado, acesse o link consulta de optantes do Simples Nacional. Nesse momento, é importante se atentar à data de efeito, tendo em vista que ela vai indicar quando começará o recolhimento dos impostos como ME.

Por exemplo, se a data de efeito for 01/12/18, já será uma ME a partir de dezembro. Pelo fato dos impostos recolhidos sempre pertencerem à operação do mês anterior, ainda recolherá a DAS como MEI em dezembro. Somente em janeiro de 2019 é que recolherá os impostos como ME, relativos ao movimento de dezembro.

A última obrigação que deverá ser cumprida como MEI é a entrega da Declaração Anual (DASN-SIMEI), pois, a partir do período seguinte ao desenquadramento, passará para Declaração de Informações Socioeconômicas e Fiscais (DEFIS).

Faça a adequação do registro na Junta Comercial

É preciso adequar o registro da sua empresa na Junta Comercial. Esse processo será feito em 2 fases. Veja quais são:

  • a primeira entrada na Junta Comercial é gratuita e se trata de uma comunicação de desenquadramento, preenchida manualmente e protocolada pessoalmente ou on-line, de acordo com cada estado. Peça na Junta do seu município o modelo de requerimento. Juntos, devem estar anexos: o comprovante de Registro do MEI, de desenquadramento do MEI, cópia do RG e CPF;
  • na segunda entrada, caso deseje ajustar os dados cadastrais da empresa, observando o novo status. Entre os ajustes, estão a alteração da razão social e criação de um nome fantasia, modificação do capital social e demais mudanças. Nela, será devido o pagamento de algumas taxas, conforme a UF.

Realize alterações no âmbito federal, estadual e municipal

Essas alterações são importantes, já que cada uma tem seu próprio registro e, é imprescindível que estejam atualizados.

Receita Federal

Altere os dados de sua empresa no CNP. Em alguns estados, se o endereço ou a atividade econômica mudarem, será exigido o protocolo de viabilidade. Nesse caso, será feita uma averiguação para identificar se é permitido exercer as operações no lugar indicado.

Estado

É feito com o processo de alteração da Junta Comercial do seu estado, que já dispõe de ferramentas on-line para abertura e alteração da companhia. Geralmente, o processo começa com a análise de viabilidade. Para acessar o sistema, é preciso se cadastrar e gerar uma senha de acesso.

Município

A empresa prestadora de serviços também deve atualizar seu registro na prefeitura. Para isso, é necessário preencher um requerimento de atualização. Algumas cidades já disponibilizam esse recurso on-line, mas pode acorrer de você ter que ir até a prefeitura para que os dados sejam conferidos.

É muito importante estar atento ao desenquadramento do MEI, já que a falta de regularização pode gerar riscos ao negócio. Independente de qualquer coisa, é essencial pagar os impostos em dias e evitar penalidades que possam prejudicar o desenvolvimento da empresa.

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